Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

Mustang na Estrada: Live at Dragon Jack - Um Ano em Movimento


Como já falei aqui, despido de qualquer tipo de modéstia, o show de aniversário no Dragon Jack, na última sexta feira foi antológico. A casa cheia e um grande show de abertura inspiraram a Mustang'65 a apresentar uma de suas melhores performances.

Se você não foi, não fique triste! Tudo foi registrado em áudio e taí pra você conferir. É um álbum duplo, com o show completinho, com todas as 20 músicas tocadas nessa noite inesquecível. Baixe e confira!

Parte 1

Parte 2

Terça-feira, 7 de Julho de 2009

Hoje no Rock: Ringo Starr, 69 anos

Sempre digo que todo mundo tem um tio jeca, meio bobo alegre, bonachão... Todo mundo tem um Ringo Starr na família. Ringo, que nasceu Richard Starkey, é canhoto como outro beatle - Paul - e ganhou seu apelido graças a sua mania com anéis.

Quando pequeno passou por vários problemas de saúde, chegando a um total de 3 anos internado em hospitais de Liverpool. Isso fez com que ficassa atrasado na escola e aos 15 anos mal conseguia ler. Aos 17 anos já tocava em pequenas bandas da cidade, até conhecer aqueles que mudariam sua vida, em 1960, em Hamburgo. Entrou no lugar de Pete Best e não saiu mais.

Ringo é tido como o beatle palhaço, o clown do grupo, mas não vejo assim não. Outros dizem que é um baterista medíocre, mas também não acho isso. Na verdade, nenhum dos 4 era um músico virtuoso nos anos 60, sempre foi a criatividade e a sintonia que fez a diferença pra eles. Ouça a bateria de A Day In The Life e vai entender o que quero dizer.

Outra coisa que poucos sabem é que Ringo teve uma prolífica carreira solo, com 21 discos, fora coletâneas e outros com a sua All Star Band. Seu último, chamado Liverpool 8, é carregado de saudosismo e nostalgia, mas recomendo também Vertical Man e Choose Love. Mas Ringo voltou forte nas páginas dos jornais recentemente pelo show beneficente que fez com Paul em Nova York e que eu postei aqui.

No mais, não há muito o que falar desse cara. Jeca, bobão, hippie-fora-de-época, gente boa... é o Tio Ringo!

Rock News: Paul McCartney aparece de pileque após noitada com Madonna

Aparecer de porre nas páginas dos tablóides após uma noitada daquelas não é privilégio de jovens celebridades, como Lily Allen e Kate Moss. O jornal inglês "Daily Mail" publicou uma foto do ex-Beatle Paul McCartney deixando o restaurante Locanda Locatelli, em Londres, com cara cansado, todo descabelado e ligeiramente de porre. Segundo a publicação, o McCartney havia jantado ao lado da filha, a estilista Stella McCartney, e da cantora Madonna.
fonte: Globo.com

Um Engov antes e outro depois. Ou, como diria minha mãe, chá de boldo!

Sábado, 4 de Julho de 2009

Mustang na Estrada: Um Ano Em Movimento


Hoje, dia 4 de julho, completamos 1 ano na estrada. Mas a comemoração rolou ontem no Dragon Jack, a garagem favorita do Mustang e, sem nenhuma modéstia: Foi um showzaço!

Quem foi presenciou a que talvez tenha sido a melhor performance da banda neste ano de existência. E dessa vez tivemos casa cheia, com a galera cantando junto até o final do show. Aliás, a animação começou antes do nosso show, com a abertura da Beat All Band, do meu grande amigo Carlos Alexandre, tocando o melhor dos Beatles.

Mas já na primeira música pude notar que não era um show comum. Foi um daqueles que a gente vai lembrar de forma especial. Pode ter sido apenas o aniversário, pode ter sido uma conjunção lunar ou apenas uma predisposição para soltar os bichos no palco. Mas o fato é que foi um show diferente e o público certamente sentiu isso também.

Quem voltou a dar sua canja foi o Bernardo, filho do baixista Luiz Claudio que assumiu a guitarra em St. Jack Daniels e em All I Got, que teve a presença também da Cláudia, sua irmã. Além da família Barbosa, o Mustang contou também com mais uma performance salvadora do Marcelo Borring nas baquetas, ainda substituindo Ayrton, contundido.

Mas se você não foi, não precisa ficar triste. Uma data especial como essa precisava ser registrada e foi! Todo o show foi gravado e pintará em breve em um CD duplo ao vivo! Aguarde detalhes aqui mesmo no Experience e no blog oficial da banda. Aguarde também os já tradicionais videos no iutubiu.

Para encerrar gostaria de agradecer mais uma vez aos amigos da banda, reais e virtuais, que nos acompanham ao vivo e aqui pelos nossos canais internéticos. Obrigado gente! No fundo, no fundo, a gente tá nessa por vocês!


Rock News: Morre Allen Klein, ex-empresário de Beatles e Rolling Stones

O americano Allen Klein, que foi empresário dos Beatles e dos Rolling Stones, morreu hoje aos 77 anos em decorrência do Mal de Alzheimer, segundo informou um porta-voz de sua empresa, ABKCO Music & Records.

Casado e com três filhos, Klein faleceu em sua casa na cidade de Nova York, onde será enterrado na próxima terça-feira.

Durante 50 anos, Klein dedicou sua vida à música. Nos anos 60, ele se tornou uma das figuras mais poderosas do mundo da música com contratos que o fizeram ganhar uma imensa fortuna.

Conhecido por sua determinação na busca de bons contratos, teve entre seus clientes artistas como Sam Cooke, Bobby Darin e Herman's Hermits, mas ganhou fama quando passou a representar os interesses de Rolling Stones e Beatles.

Klein terminou nos tribunais com ambas as bandas. Alguns fãs dos Beatles chegam a dizer que o então empresário do grupo foi um dos responsáveis pelas tensões que levaram John Lennon, Paul McCartney, Ringo Starr e George Harrison a se separar.

No entanto, posteriormente, Klein trabalhou com Lennon e Yoko Ono, além de ter ajudado Harrison a organizar o evento beneficente Concerto para Bangladesh.

fonte:EFE


Sim, ele trabalhou com o Lennon e a Yoko, mas a briga era justamente essa: Lennon queria que Klein tomasse conta das contas dos Beatles, enquanto Paul preferia que ficassem a cargo do pai de Linda.

Sexta-feira, 3 de Julho de 2009

Mustang na Estrada: É hoje

Meninos e meninas, finalmente chegou o dia. O Mustang'65 completa amanhã 1 ano na estrada, rodando sem parar e seguindo sempre em frente. No velho toca-fitas, muito blues, rock, progressivo e as nossas composições claro!

Parece que foi ontem que eu divulgava aqui o show de lançamento do meu CD Introdução. Foi em 4 de julho do ano passado e banda montada ás pressas surpreendeu a todos que lotaram o Dragon Jack, inclusive a mim. Afinal, foi apenas um mês de ensaios, para preparar um show com mais de 20 músicas, muitas delas autorais, o que complica a tarefa.

O show passou, a CME tornou-se Mustang´65 e nosso set list cresceu. Entraram também músicas nossas como Maturidade. Gravamos nosso EP Ignição e pusemos nosso blog no ar.

Muitos shows depois, voltamos ao ponto de partida essa noite, o Dragon Jack, em Niterói para nossa festa de aniversário. Aproveito para agradecer a todos que tornaram esse ano possível. Marcelo Moreira, Claudia Bijalba, Porpetta, Felipe, Maestro Gerson Grumblatt, Aurélio Salgado, Marcelo Borring, Ricardo Mann e particularmente, agradeço ao Luiz Cláudio, ao Ayrton Jr e ao Luciano Barbosa por me ajudarem a botar esse Mustang pra rodar.

Nos vemos lá!

Review: Yusuf Islam - Roadsinger

Eu tenho alguns personagens complicados para escrever aqu ino Experience. Clapton, Lennon, Townshend, são alguns dos mais difíceis. Mas o campeão é sem dúvida aquele pelo qual não sei nem que nome usar. Porque para mim ainda é muito difícil dissociar Cat Stevens de Yusuf Islam.

São a mesma pessoa, mas não são, estão separados por uma ausência dos palcos de quase 3 décadas. Se partirmos daí tenho tudo para considerar sim, Yusuf. Mas a sonoridade ainda remete, e muito, ao bom e velho Cat.
Sobre as letras terem um ar mais espiritualizado, não acho que seja argumento. Elas já eram assim, basta ouvir The Wind. A diferença é que agora elas tem mais do Islã, que acrescentaram uma pitada interessante ao seu violão. Mas vamos ao cedê.

Roadsinger começa com a ótima Welcome Home, que para mim soou como tendo George Harrison no slide guitar e flui como uma daquelas velhas conhecidas. A seguinte é Thinking About You, uma cantiga catsteveniana clássica.

Everytime I Dream tem ares de folkrock, mas a seguinte, The Rain, é uma das melhores do disco, com um ar tenso e por momentos até meio pessimista, o que não faz parte do repertório de Yusuf. World of Darkness mantém o ar denso e a coisa segue como se fosse o final de um "lado A".

Sim, porque a seguinte Be What You Must nos remete ao bom e velho Cat Stevens, começando pela introdução, auto-plagiada de Sittin', de 1972. Até o coral de crianças tem essa referência. O ritmo cai um pouco com This Glass World, mas a faixa título, Roadsinger, é um Cat Stevens clássico, com todos os elementos que ele sempre gostou. O clima alto astral continua na sequencia em All Kind of Roses e o final do disco tem ares mais místicos com Dream On e a instrumental Shamsia.

Como disse no começo, é dificil avaliar um disco do Cat/Yusuf. O anterior, Another Cup me agradou muito, mas também pelo fato de ser uma surpresa. É um disco com ótimas músicas, mas ainda irregular, coisa que Roadsinger não é: ele rola com facilidade e quando você nota, acabou. Assim que é bom!

Nota 8 pra ele então!




Terça-feira, 30 de Junho de 2009

Rock com Pipoca: DVD Eric Clapton e Steve Winwood, ecos dos anos 1960 que ainda duram

A homenagem a Jimi Hendrix, numa longa e intensa versão de "Voodoo Chile", perto do fim do show, já vale por esse "Live from Madison Square Garden", editado em DVD e CD pela Warner. Mas o encontro dos sexagenários Eric Clapton (64 anos) e Stevie Winwood (61 anos) rendeu muito mais, grande música, atemporal e sem ranço nostálgico, de duas figuras fundamentais para o rock.

Clique aqui e confira a música 'Can't find my way home', do DVD

Na verdade, trata-se de mais um reencontro de dois velhos amigos, desde 1964, quando o então garoto de 15 anos Winwood despontou como cantor e tecladista do Spencer Davis Group, e Clapton brilhava como guitarrista dos Yardbirds. O segundo conta, numa entrevista do DVD, que o projeto de um trabalho junto começou a se delinear em 2007, após Winwood participar da segunda edição do Crossroads Guitar Festival.

O concerto no Madison Square Garden aconteceu em fevereiro de 2008, mas, curiosamente, essa informação é omitida nos créditos do DVD e nas capas e nos encartes de CD e DVD, com arte gráfica que remete aos psicodélicos anos 1960. Sem cenário algum, vestidos com roupas que usam no cotidiano e acompanhados por Willie Weeks (baixo), Ian Thomas (bateria) e Chris Stainton (teclados), no repertório, Clapton (guitarra e voz) e Winwood (teclados, guitarra e voz) também investem no período. Entre os petiscos estão cinco das seis canções do único disco do lendário e efêmero Blind Faith, supergrupo que os dois formaram - com Ginger Baker (bateria) e Rick Grech (baixo e violino) - em 1969: "Had to cry today", "Sleeping in the ground", "Presence of the Lord", "Well all right" e "Can't find my way home". Na época, Clapton acabara de sair do trio Cream, enquanto Winwood dava um tempo no Traffic (que voltou em meados dos anos 1970).

Ainda no repertório, mais uma de Hendrix, "Little wing" - que Clapton incorporara ao seu repertório no disco "Derek and the Dominoes"; enquanto entre os motivos para a inclusão de "Voodoo Chile" está o fato de Winwood também ter tocado órgão na gravação original, no álbum "Electric Ladyland", de Jimi Hendrix -; e outra homenagem, em "Them changes" (do baterista Buddy Miles, que morrera em 26 de fevereiro de 2008, na semana do concerto de Clapton e Winwood); e muitos temas das carreiras individuais dos dois. O trajeto de Winwood no Traffic (grupo hoje pouco lembrado, mas que em sua música passou por rock, folk e jazz) está representado em "Glad", "Pearly queen", "No face, no name, no number" e "Dear Mr. Fantasy" - e solo, acompanhando-se no órgão, ele também faz uma visceral "Georgia on my mind", calcada na interpretação de Ray Charles. Enquanto da inconstante trajetória de Clapton - que formou e saiu de diversos grupos, até, a partir de meados dos anos 1970, investir num trabalho solo irregular - foi privilegiada a sua associação com o blues, através de "Double trouble" (Otis Rush), "Rambling on my mind" (Robert Johnson) e, como bônus, mais dois clássicos de Johnson, "Kind hearted woman" e "Crossroads".

Contundentes exemplos de que a grande música de Clapton e Winwood não tem data de vencimento.
fonte: O Globo


Simplesmente adoro a fase do Blind Faith, sobretudo Presence of the Lord e Can't Find My Way Home, que até gravei e postei aqui. Ainda não assisti esse DVD, mas já to procurando!

Segunda-feira, 29 de Junho de 2009

Blog on the Top: Runaway

Del Shannon
Runaway
(Inglaterra - 1961)
Gravada em janeiro e lançada em fevereiro de 1961 nos Estados Unidos, Runaway logo foi um sucesso. Em abril chegava ao topo nos EUA e, em 29 de junho, liderava a parada na Inglaterra.

Del Shannon foi um dos últimos ídolos da fase pré-Beatles, que lideraram a invasão Britânica aos EUA, que trouxe também os Stones, Animal e The Who entre outros. Ainda fazia parte de um rock mais inocente, que teve seu auge na então já distante década de 50, com o rockabilly e ídolos como Buddy Holly e Gene Vincent.

Além de ser uma das minhas favoritas desse período, Runaway teve várias regravações, que vão dos Beach Boys ao Ultraje a Rigor, passando pela super banda Traveling Wilburys, versão que taí pra vocês no bom e véio 4Shared, clicando aqui!

Quinta-feira, 25 de Junho de 2009

Rock News: Michael Jackson morre aos 50 anos

O cantor Michael Jackson morreu, na tarde desta quinta-feira, após uma parada cardíaca em sua casa, em Los Angeles.

Após o coração do popstar parar, o cantor americano foi levado por uma ambulância para o Hospital da Universidade da Califórnia (UCLA), em Los Angeles, por volta das 12h30 (horário americano). Segundo o site internacional TMZ, um empregado da casa de Michael ligou para a emergência. Paramédicos tentaram reanimá-lo, mas o popstar não resistiu. Steve Ruda, capitão de polícia ouvido pelo Los Angeles Times, afirma que já encontrou o astro sem batimentos cardíacos na sua mansão.

O cantor faria 51 anos em agosto e se preparava para uma turnê mundial que estava programada para iniciar-se no dia 13 de julho, em Londres. Há duas semanas, o tablóide The Sun divulgou que ele teria câncer de pele e estaria muito magro, insistindo em fazer apenas uma refeição por dia.

Do menino prodígio a suspeito de abusar de crianças

Michael Joseph Jackson nasceu em 29 de agosto de 1958. O popstar norte-americano trabalhou como cantor, compositor, ator, publicitário, escritor, produtor, diretor, dançarino, instrumentista e empresário. Mas a carreira foi marcada tanto pelo sucesso quanto pela polêmica, com suspeitas de abuso de crianças. Negro, o astro também sempre foi lembrado por ter feito diversas cirurgias para clarear a pele.

Jackson começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista dos Jackson 5; começou logo depois uma carreira solo em 1971, permanecendo como membro do grupo. Apelidado nos anos seguintes de "King of Pop" ("Rei da música Popular"), cinco de seus álbuns de estúdio se tornaram os mais vendidos mundialmente de todos os tempos: Off the Wall (1979), Thriller (1982), Bad (1987), Dangerous (1991) e HIStory: Past, Present and Future – Book I(1995).

O cantor se lançou em carreira solo no início da década de 1970, ainda pela Motown, gravadora responsável pelo sucesso do grupo formado por ele e os irmãos. Em idade adulta, gravou o álbum mais vendido da história, Thriller.

No início dos anos 1980, tornou-se uma figura dominante na música rock e música popular e o primeiro cantor afro-americano a receber exibição constante na MTV. A popularidade de seus vídeos musicais transmitidos pela MTV, como "Beat It", "Billie Jean" e "Thriller" são creditados como a causa da transformação do vídeo musical em forma de promoção musical e também de ter tornado o então novo canal famoso.

Vídeos como "Black or White" e "Scream" mantiveram a alta rotatividade dos vídeos de Jackson durante a década de 1990. Foi o criador de um estilo totalmente novo de dança, utilizando especialmente os pés. Com suas performances no palco e clipes, Jackson popularizou uma série de complexas técnicas de dança, como o robot e o moonwalk. Seu estilo diferente e único de cantar, bem como a sonoridade de suas músicas influenciaram uma série de artistas nos ramos do hip hop, dance e R&B.

Jackson doou milhões de dólares durante toda sua carreira à causas beneficentes através da Dangerous World Tour, compactos voltados à caridade e manutenção de 39 centros de caridades. No entanto, outros aspectos da sua vida pessoal, como a mudança de sua aparência, principalmente a da cor de pele devido ao Vitiligo e geraram controvérsia significante a ponto de prejudicar sua imagem pública.

Em 1993 foi acusado de abuso de crianças, mas a investigação foi arquivada devido a falta de provas e Jackson não foi a tribunal. Depois, casou-se e foi pai de três filhos, todos os quais geraram controvérsia do público. O cantor teve experiências com crises de saúde desde o início dos anos 90 e sofreu também comentários sobre sua situação financeira. Em 2005, Jackson foi julgado e absolvido das alegações de abuso infantil.

Um dos poucos artistas a entrarem duas vezes ao Rock And Roll Hall of Fame, seus outros prêmios incluem uma série de recordes certificados pelo Guinness World Records - um deles para Thriller como o álbum mundialmente mais vendido de todos os tempos - dezenove Grammys em carreiro solo e seis Grammys com The Jacksons e 41 canções a chegar ao topo das paradas como cantor solo - e vendas que superam as 750 milhões de unidades mundialmente, alguns empresários da Sony já registram a incrível marca de mais de 1 bilhão.

Sua vida, constantemente nos jornais, somada a sua carreira de muito sucesso como estrela do rock, fez dele parte da história da música rock e cultura popular por mais de quatro décadas.
fonte: O Dia


Michael morreu da forma como gostaria. O Rei do Marketing tomou conta dos portais do mundo (o Globo.com caiu) e durante seu resgate por uma equipe dos bombeiros, um grupo de turistas que fazia um tour por mansões de famosos pode filmar a saída da ambulância.

Pode reclamar se quiser, mas para este humilde blogueiro, Michael foi, como eu disse acima, o Rei do Marketing. Teve seus últimos anos envolvido em uma série de polêmicas e processos, inclusive de pedofilia e viveu recentemente muito mais em função da mídia que de sua música.

A saudade pra mim fica do Michael Jackson dos anos 70, dos Jackson Five, fiel a suas raízes negras e a black music. Ele não lançava nada desde 2001 (Invencible) e tentava reeguer sua carreira com uma turnê. Em outras palavras, talvez MJ tenha morrido de fato há mais de 20 anos.

Por outro lado, se ele aparecer vivo amanhã, não me surpreendo...

Quarta-feira, 24 de Junho de 2009

Mustang na Estrada: Cerveja e Sweet Home Alabama

Mais um registro do nosso show do dia 5 de junho no Dragon Jack em Niterói. Desta vez o destaque é para Cerveja, música de abertura do álbum Introdução e sempre muito pedida (no palco e no bar da casa!). Em seguida, Sweet Home Alabama, clássico indispensável que a galera sempre curte.

Rock com Pipoca: Loki, Arnaldo Baptista

Loki - Arnaldo Baptista, é o primeiro documentário produzido pelo Canal Brasil e também o primeiro longa-metragem dirigido por Paulo Henrique Fontenelle. Trata-se de uma cinebiografia de Arnaldo Baptista, membro fundador d’Os Mutantes, banda que fez história no rock nacional no final dos anos 60 e início dos 70.


Para falar do filme é preciso começar do final. Em 25 de janeiro de 2007, 80 mil pessoas presenciaram no Parque da Independência, em São Paulo, mais do que a volta da lendária banda Os Mutantes. A maior atração para grande parte daquelas pessoas era o senhor que se encontrava ao teclado, Arnaldo Dias Baptista. Era o sorriso, a voz, era ele que os verdadeiros fãs queriam. Aquele show não foi o fim da história do Arnaldo, mas provavelmente tenha sido o fim de uma série de sofrimentos, como uma ferida que enfim cicatrizava-se. Ele estava ali.

Arnaldo, juntamente com o irmão Sérgio Dias Baptista e Rita Lee, formou no final dos anos 60 a banda mais emblemática do rock nacional, Os Mutantes. Em pouco mais de uma década conheceu a fama, foi taxado de gênio pelos críticos, adorado pelos fãs e decaiu, chegando até ao esquecimento por parte das pessoas mais próximas.

Seria redundante comentar todos os feitos de Arnaldo para a música brasileira, mas trocando em miúdos, integrou nada menos do que a banda que melhor representou o espírito tropicalista, a mistura de conceitos vindos da música estrangeira com toda a brasilidade possível.

Isso tudo durante o período do regime militar, mas com muito humor, muita graça, poesia, crítica e, claro, drogas. Drogas que provavelmente o tenham afetado de forma diferente dos seus parceiros, o que desencadeou a série de conflitos vividos por ele a partir da sua saída da banda, entre 1973 e 1974.

O filme conta toda a trajetória de Arnaldo, desde a infância até os dias atuais, passando por toda a fase conturbada da sua vida, suas internações em hospitais psiquiátricos, seus problemas com as drogas, o amor obsessivo pela Rita Lee, sua tentativa de suicídio, sua reabilitação e, finalmente, sua nova vida.

Toda a história é costurada por depoimentos do próprio Arnaldo e de pessoas próximas, como seu irmão Sérgio, Gilberto Gil, Rogério Duprat, Liminha, Nelson Motta, Lobão, e até de músicos do porte de Sean Lennon, Kurt Cobain e Devendra Banhart. Ao longo do filme Arnaldo pinta um quadro onde expressa através da pintura os seus sentimentos e experiências de vida, como se passasse por uma catarse, começando pela própria figura e acrescentando tudo o que lhe aconteceu ao longo dos anos.

O filme tem um ponto um pouco cansativo que é a importância que se dá a Rita Lee, que nem sequer quis dar entrevistas para o documentário. Claro que não deve se descartar sua importância na história, mas talvez essa importância tenha sido super valorizada.

Entre os momentos mais emocionantes está o depoimento de Arnaldo sobre o dia em que resolveu colocar fim à sua história, em mais uma internação. Com plena consciência o músico decidiu atirar-se da janela, numa noite de réveillon, segundo ele em homenagem à primeira pessoa que o havia internado. Meias palavras bastam.

Outro momento muito emocionante é o que se segue a esse fato, quando Arnaldo conta que aquela internação e a tentativa de suicídio representaram algo bom para ele. Ali ele foi podado como uma árvore que precisava perder algumas folhas secas. Naquele momento ele conheceu sua atual mulher, Lucinha Barbosa, com quem mora até os dias atuais, na cidade de Juiz de Fora, em Minas Gerais.

Lucinha pode ser considerada uma pessoa chave na história de Arnaldo. Surgiu quando ele mais precisou, no dia em que tentou colocar fim na própria vida, trazendo o que ele mais precisava: amor. Arnaldo começou a pintar, voltou a tocar instrumentos e reabilitou-se durante um grande período de reclusão. Volta à mídia em 2004, com um álbum produzido por John Ulhoa, do Pato Fu, surpreendendo a todos.

Em 2006 reúne-se com Sérgio e retomam Os Mutantes, agora com Zélia Duncan nos vocais. Rita se negou, como sempre. Chegamos novamente ao final do filme e como Tom Zé descreve, aquele show no Parque da Independência foi o encerramento de um ciclo, como se Arnaldo estivesse ali mostrando que conseguiu sim dar a volta por cima.

Não é o fim da história de Arnaldo, mas provavelmente é o fim de uma etapa. Embora o filme tenha um clima melancólico - triste até - é a história de um vencedor que desceu aos infernos e voltou, renascido das próprias cinzas. Ainda que sejam retratados momentos tristes da vida de Arnaldo, ao longo do documentário o artista é mostrado como alguém feliz, contrastando com sua própria história.

Vale lembrar que sua obra não está disponível em nenhum catálogo. Arnaldo tem livros prontos para serem editados e muitos quadros a espera de uma exposição. Por tudo isso fica claro que a história de Arnaldo não terminou. Arnaldo já é um mito.
fonte: Terra


Ainda não assisti, mas com certeza assistirei. Entender os Mutantes é indispensável para se entender o que aconteceu na música brasileira no período do Tropicalismo e seus efeitos posteriores. Sobre a influência de Rita Lee, muita gente boa diz que a banda só decolou mesmo quando ela saiu. É ver e conferir.

Segunda-feira, 22 de Junho de 2009

Rock News: Ingressos à venda para show de Jerry Lee Lewis em São Paulo

Um dos músicos que ajudaram a criar o rock n’ roll, Jerry Lee Lewis, está com novo show agendado no Brasil e os ingressos já estão à venda. O cantor e pianista tem confirmada uma única apresentação no palco do Credicard Hall, em São Paulo, no dia 18 de setembro.

Lewis já esteve no Brasil em 1993 e agora volta para relembrar clássicos eternos do rock como “Great Balls of Fire” e “Whole Lotta Shakin’ On”, além de músicas de seu mais recente álbum, “The Last Man Standing”, lançado em 2006 e que traz participações especiais de importantes personalidades da música como Mick Jagger, Keith Richards, Ringo Starr, Eric Clapton e B.B. King.

18/09/2009 - São Paulo/SP
Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.955
Classificação etária: 16 anos (15 e 14 somente acompanhados dos responsáveis).
Horário: 22h00
Ingressos: entre R$ 50,00 e R$ 400,00
fonte: Terra


Se você está em São Paulo não pode perder essa. Interessante é a variação dos preços dos ingressos. Mas convenhamos, se está entre 50 e 400, significa que estará muito mais para 400 que para 50!

Sobre o Last Man Standing, um discão imperdível! Já falei dele aqui no Experience tempos atrás.

Domingo, 21 de Junho de 2009

Mustang na Estrada: Sempre Brilhará e While My Guitar Gently Weeps

Demorou, mas eis os primeiros registros do show da Mustang'65 no Dragon Jack, que aconteceu no dia 05 de junho. Pra começar, Luciano com sua interpretação de Sempre Brilhará, do Celso Blues Boy e, na sequência, While My Guitar Gently Weeps.

Ao longo da semana tem mais!


Sábado, 20 de Junho de 2009

Rock News: Beatles - disco com gravações inéditas de George Harrison

Após o lançamento de Brainwashed em 2002, um ano após a morte do eterno Beatle, um novo álbum de George Harrison será lançado. Jeff Lynne, que também finalizou e produziu o último álbum de George, foi convidado por Olivia, viúva de Harrison, para finalizar e produzir os tapes inéditos do Beatle.

Segundo Olivia, o único que poderia mexer nessas fitas seria mesmo o ex-líder da Electric Light Orchestra, que também trabalhou com George em outros projetos, entre eles a mega-banda Traveling Wilburys. Lynne, que acompanhou George em seus últimos anos de vida, disse que há material suficiente para se produzir mais de um disco.

Olivia disse ainda que a idéia de lançar material inédito de George veio por não saber o que fazer com tanto material guardado de seu marido. De acordo com ela, algumas gravações estão quase prontas, outras ainda estão em versões bastante preliminares.

A notícia do lançamento agitou os fãs dos Beatles, e acontece pouco tempo depois dos fãs dos Beatles torcerem o nariz para o lançamento de “Let it Roll”, uma nova coletânea de George Harrison.
fonte: Whiplash


Harrison deve mesmo ter deixado muito material gravado. Ainda nos Beatles teve muitas composições recusadas em nome da preferência à dupla Lennon/McCartney. E se está nas mãos de Jeff Lynne, está em absoluta segurança. Garanto que vem coisa boa aí!

Quinta-feira, 18 de Junho de 2009

Hoje no Rock: Paul McCartney, 67 anos

Goste você ou não, ache pop ou não, baladeiro, meloso, metido a besta, o que seja. Na pior das hipóteses, se James Paul McCartney não tivesse nascido em 18 de junho de 1942, nós teríamos perdido no mínimo 50% da parceria mais criativa do século XX.

Sim, afinal de contas, o próprio Lennon convidou-o a entrar para sua banda, os Quarryman, que se tornou o embrião dos Beatles. Se você prefere o Harrison (como eu), saiba que ele só entrou na trupe porque Sir Paul chamou. Aliás, muita gente credita essa ligação entre Paul e John ao fato de ambos terem perdido suas mães precocemente (a de Paul quando ele tinha 17 anos, de câncer).

Seu pai, Jim, era vendedor de algodão, mas também músico amador. Tocava piano e trompete e passou a estimular Paul a tocar. Começou pelo trompete, mas segundo Macca "era complicado cantar com aquele troço na boca". Bastante perspicaz... Mais tarde, com o crescimento do skiflle (um tipo de folk inglês) seu interesse pela música cresceu e daí pra frente me recuso a contar qualquer história.

Se você ainda tem implicância com ele, saiba que Macca foi o Beatle com a carreira mais prolífica, com 40 álbuns (alguns de música clássica) e uma penca de coletâneas, além de trilhas sonoras. Isso fez dele o músico de maior sucesso em vendagens do último século. Ok, mas você diria que a Ivette Sangalo também vende muito, isso não garante qualidade. Mas aí eu digo, ela não fez parte dos Beatles!

Nos anos 70 Paul botou na estrada os Wings, uma mera banda para acompanhá-lo. Fazia parte sua mulher Linda o que de início foi motivo de muita piada. Mas convenhamos, ela berrava bem melhor que a Yoko. Linda acompanhou o marido até sua morte, em 1998, curiosamente da mesma causa que sua sogra: câncer no seio.

Mas se você agora falou "ah bobão, tinha todas as mulheres que poderia ter e casou com aquela magrela...", saiba que Paul era tido pelo companheiros como lobo em pele de cordeiro. Ele foi o último Beatle a se casar e antes de Linda foi noivo da atriz Jane Asher. Essa garota ganhou músicas como And I Love Her, You Won't See Me, e I'm Looking Through You. Mas romperam o noivado quando ela o pegou com outra na cama. Acontece nas melhores familias...

Paul pagou os pecados no seu mais recente casamento, com a ex-porn star Heather Mills, onde levou um chapéu de couro e perdeu uma nota na separação. Paul deu uma de último a saber e disse que não sabia do passado da ex. Ficou 24 milhões de libras mais pobre (ou menos rico, como queira) e já foi flagrado traçando outra: uma socialite americana (dessa vez ele escolheu uma que já é rica).

Muita gente diz que não gosta do Paul McCartney porque ele não passa de um compositor de baladas fáceis. Também acho! Adoro as baladas I Saw Her Standing There, Back in the USSR e Live and Let Die. Ah, e se eu tivesse um filho, ele dormiria ao som da calmíssima Helter Skelter. Ia acordar ligadão!

Recentemente Paul anda dando uns sinais de caduquice, gravando umas bobagens eletrônicas com o codinome de Firemen e pedindo pra gravar com todo mundo de Bob Dylan a MGMT (erro que já cometeu com Michael Jackson). Já falei e repito, se quiser pode vir gravar com a Mustang! Por outro lado, ninguém pode argumentar que ele pensa em se aposentar, mostrando uma vitalidade de invejar. Recentemente lançou seu canal no iutubiu, com muita coisa interessante.

Bom, se você leu até aqui e ainda tem implicância com esse cara que segundo as más linguas faz a sombrancelha, azar o teu. Mas aposto que você curte (mesmo em segredo) muita coisa dele e, confirmando-se o boato de um show por aqui, vai até pensar em ir (apesar de sua banda atual ser meio fraquinha).

Aí pra vocês o trailer do ótimo DVD triplo The McCartney Years, que cobre toda a carreira solo do cara.



Happy Birthday!

Segunda-feira, 15 de Junho de 2009

Rock News: Faith No More volta aos palcos depois de 11 anos ausente

Depois de 11 anos distante dos palcos, o Faith no More voltou essa semana a fazer shows. O primeiro foi na última quarta-feira (10) no Brixton Academy, em Londres, no mesmo local onde foi registado o disco ao vivo "You Fat Bastards: Live at the Brixton Academy", há 19 anos.

O retorno, que inicia a turnê da banda pela Europa, foi marcado por uma apresentação com 24 músicas, entre elas "The Real Thing", "Last Cup of Sorrow", "Midlife Crisis", "Easy" e "Epic". A abertura do espetáculo veio com uma versão para "Reunited", do Peaches & Herb.

A banda voltou com Mike Patton no vocal, Billy Gould no baixo, Jon Hudson na guitarra (que substituiu Jim Martin), Mike "Puffy" Bordin na bateria e Roddy Bottum nos teclados. Nesta sexta-feira (12), o Faith no More se apresenta no Download Festival (o evento é transmitido pelo site oficial), em Donington Park, no Reino Unido, e emenda a agenda de junho em uma série de festivais europeus.

Neste mês, a banda lançou uma coletânea com seus grandes sucessos. O disco duplo "The Very Best Definitive Ultimate Greatest Hits Collection" veio também com bônus de raridades.

Formado no começo dos anos de 1980, em São Francisco, o Faith no More estourou no final da década com o disco "The Real Thing" (1989), o primeiro com Mike Patton no vocal. O cantor substituiu Chuck Mosley, que gravou os dois primeiros álbuns da banda.

Veja o que o Faith No More tocou em seu show de retorno:

"Reunited" (Peach & Herb)
"The Real Thing"
"From Out Of Nowhere"
"Land Of Sunshine"
"Caffeine"
"Evidence"
"Chinese Arithmetic"
"Surprise! You're Dead!"
"Easy"
"Last Cup Of Sorrow"
"Midlife Crisis"
"Cuckoo For Caca"
"The Gentle Art Of Making Enemies"
"RV"
"King For A Day"
"Malpractice"
"Jizzlobber"
"Be Aggressive"
"Epic"
"Mark Bowen"
"Chariots Of Fire/Stripsearch"
"Just A Man"
"I Started A Joke"
"Pristina"
fonte: UOL


Podiscrê, já tinha até esquecido deles! Sempre achei o Faith No More mais interessante musicalmente que outras bandas que vieram depois como o Red Hot, que acabaram colhendos os louros do funk metal e afins. Só pra comemorar vou ouvir o Real Thing inteirinho hoje!

Sábado, 13 de Junho de 2009

Rock News: Paul McCartney revela vontade de trabalhar com MGMT

“Eu gosto do MGMT. Gostaria de trabalhar alguma coisa mais dançante com eles. “Teríamos que conversar sobre isso. Eu não posso ligar para eles. Caso eles me ligassem, eu ia perguntar como arrumaram meu número, mas iria aceitar”, completou McCartney que já trabalhou com música eletrônica e lançou três álbuns com o projeto The Fireman, parceria com Youth, produtor e integrante do Killing Joke.

Falando em Paul e parcerias, há alguma semanas, o jornal britânico ‘Daily Star’, publicou matéria dizendo que McCartney, Dylan e Ringo Star vão trabalhar juntos no mesmo CD.

O baterista deverá se juntar a Dylan e McCartney quando os dois se reunirem na Califórnia nos próximos meses. Segundo uma fonte do jornal, Ringo está em Los Angeles, próximo ao local onde McCartney e Dylan têm casas.

“Ringo deverá tocar bateria em algumas canções assim que Paul e Bob as escreverem”, afirmou ainda a fonte ao jornal. Vale lembrar que a possível parceria entre Bob Dylan e Paul McCartney, ainda não foi confirmada oficialmente pelos músicos.
fonte: Eldorado


Ei Paul, não quer aproveitar e gravar com a Mustang 65 também?

Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

Show de Horrores: Worst Music Video Ever

Não faço idéia do que seja. Não tenho a mínima noção de quem são e, pra ser sincero, não tive nenhuma vontade de tentar descobrir. Só sei que me foi indicado como "The Worst Music Video Ever". Se é mesmo o pior de todos os tempos, é difícil saber. A bizarrice humana está em constante evolução e nada me surpreente.

Mas hoje é dia dos namorados e trata-se de uma musica romântica (eu acho). Repare o casal, as expressões nas suas faces. E os dançarinos? Quanta suavidade e criatividade nos movimentos! Os efeitos especiais utilizados deviam estar na vanguarda tecnológica em 1978.

Enfim, quando vir esse video, lembre-se: cuidado com o romantismo no dia dos namorados. Você pode tornar-se brega ou até mesmo, bizarro!

Quinta-feira, 11 de Junho de 2009

Blog on the Top: Ballad of John and Yoko

Beatles
Ballad of John and Yoko
(Inglaterra - 1969)

Surgida da fantástica história do casamento entre John e Yoko, essa música foi gravada às pressas no dia 14 de abril de 1969 e tem algumas curiosidades interessantes.

Pra início de conversa, apesar de muita gente creditá-la apenas a John Lennon (e realmente foi composta só por ele) ela foi gravada em parceria com Paul McCartney, em apenas 8 horas. George e Ringo não participaram por terem outros compromissos. John gravou a voz, violão e a guitarra, enquanto Paul ocupou-se do piano, bateria, baixo e maracas, além de vocais adicionais.

Outro fato interessante é que Ballad of John and Yoko foi o primeiro single dos Beatles a ser lançado unicamente em Stereo. Até então, os lançamentos incluiam versões em mono (prefiro ouvir assim). O compacto trazia Old Brown Show (Harrison) no lado b.

Como quase tudo que compôs, Lennon não deixou de fora uma pitada de polêmica no verso "Christ you know it ain't easy, you know how hart it can be. The way things are going , they're going to crucify me. (Cristo, Você sabe como não é fácil, Você sabe quão difícil pode ser. Do jeito que as coisa vão, eles vão me crucificar)". Isso fez com que várias rádios nos EUA e Inglaterra boicotassem a música e que ela fosse banida na Austrália. Mesmo assim, chegou ao primeiro lugar dos 2 lados do Atlântico, sendo que na Inglaterra em 11 de junho de 1969.

Para ler o post anterior sobre ela, clique aqui!

Terça-feira, 9 de Junho de 2009

Rock News: Mick Jagger luta contra igreja brasileira

O vocalista do Rolling Stones, Mick Jagger, quer reabrir o cinema londrino Walthamstow EMD, local onde a banda se apresentou nos anos 60. "Cinemas como o Granada, onde os Stones tocaram em seus primórdios, são o sangue da nossa história cultural. Eles ajudaram a música britânica a ganhar os palcos do mundo e deveriam continuar abertos como espaços de entretenimento", conta Jagger.

O problema é que a sala foi comprada pela Igreja Universal do Reino de Deus em 2003. Porém, o lugar está fechado desde que os cultos foram proibidos pelo governo. Atualmente, diversas bandas reúnem assinaturas para conseguir reabrir o Walthamstow EMD. "É de partir o coração ouvir que um lugar tão bonito, uma construção histórica tão importante, foi perdida pela comunidade local. Eu apoio totalmente a campanha pela reabertura deste centro de artes, música e cinema", finaliza o líder do Rolling Stones.
fonte: Whiplash


Isso já havia acontecido em Portugal, quando um grupo de artistas acorrentou-se ao teatro Coliseu do Porto impedindo o negócio.
Aí eu pergunto, quantos cinemas e teatros o doutor Edir Macedo comprou aqui?
Quantos artistas falaram alguma coisa?
Ah bom, só pra confirmar...

Hoje no Rock: Les Paul - 94 anos

Vira e mexe volto na velha discussão sobre o Pai do Rock. Eis um forte candidato na minha opinião. Trata-se deste senhor que completa hoje 94 anos e, para quem prestou atenção ao nome, fica fácil saber o que ele inventou.

Les Paul nasceu Lester William Polfus em 1915 na cidade de Waukesha, Wisconsin. Desde cedo mostrou, além do talento musical, uma enorme curiosidade e inventividade. Aos 9 construiu seu primeiro rádio de cristal (um rudimentar rádio) e começou a tocar violão. Aos 13 já se apresentava com bandas de country.

Aos 26 começou a fazer suas primeiras experiências com um instrumento de cordas de corpo sólido. Ele queria algo que não reverberasse as vibrações das cordas, o que acontecia com instrumentos acústicos. Seu primeiro protótipo foi o que ele chamou de "The Log" (o toco). Apresentou seu projeto à Gibson, tradicional fábrica de violões, que recusou sua idéia, dizendo que os músicos não levariam 2 instrumentos para o show, um acústico e um sólido.

Em 1948 entretanto, Leo Fender passou a frente da Gibson e lançou sua Fender Broadcaster, a primeira guitarra sólida construída em massa. Alguém na Gibson deve ter dito "ei, qual era o nome daquele maluco do toco mesmo?" Era Les Paul.

Finalmente em 1952 ele via no mercado a sua Gibson Les Paul Gold Top, coroando uma carreira que trazia outras invenções como o overdubbing, o gravador de 8 canais (construído em sua garagem), além de uma prolífica carreira como músico de jazz. Aliás ele ainda toca regularmente em clubes de jazz em Nova York, comprovando uma vitalidade característica do rock and roll.

Gibson e Fender sempre polarizaram as opiniões entre os guitarristas, uns preferem uma, outros a outra. Sobretudo com os modelos Les Paul Standard e Fender Stratocaster, cada uma com seus defensores ferrenhos, até mesmo radicais em alguns casos. Eu fico no meio, sou fã mesmo é da Rickenbaker (que também foi uma dos pioneiras), mas é inegável a influência que ambos trouxeram para o desenvolvimento do rock e da música como um todo.

É seguro dizer que o rock não existiria, ou ao menos não seria o mesmo sem as invenções de Leo Fender e de Les Paul. Me arrisco até a dizer que a música atual seria bem diferente, já que temos que levar em conta que até banda de axé usa guitarra elétrica. Bom, nesse caso seria uma música atual bem melhor, mas o balanço ainda é positivo!

Enfim, se Les Paul não é o pai do rock, seguramente é o Avô do Rock!

Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

Rock News: Caixa em comemoração aos 40 anos de Woodstock trará gravações inéditas

Em comemoração aos 40 anos do mais significativo festival de música do mundo, o Woodstock, chega às lojas no dia 18 de agosto a caixa especial "Woodstock - 40 Years On: Back to Yasgur's Farm", via Rhino Records. O lançamento especial trará 77 músicas, sendo que 38 delas eram inéditas em disco até então. A caixa trará os shows de acordo com a ordem de apresentação nos três dias de festival e um livreto repleto de informações sobre os shows.

Entre as músicas nunca lançadas oficialmente nos álbuns do festival está "Coming into Los Angeles" de Arlo Guthrie e "Theme for an Imaginary Western", do Mountain. No disco original de Woodstock, essas músicas foram trocadas por versões com melhor qualidade de áudio gravadas em outros shows. Três artistas ficaram de fora dessa compilação, a banda Ten Years After, The Band e Keef Hartley.

"Esta será a mais completa coleção de músicas do Woodstock", comentou o vice-presidente da Rhino, Cheryl Pawelski. "O objetivo foi torná-lo tão real quanto possável. Queremos te levar até lá [no festival]. Trabalhamos duro para fazer disso um verdadeiro documento daquele tempo�.

Outros lançamentos estão engatilhados para as comemorações pelos 40 anos do festival. As trilhas sonoras "Music From the Original Soundtrack and More: Woodstock" e "Woodstock 2", o DVD "Woodstock: 3 Days of Peace and Music - The Director's Cut" e um novo site sobre a mómoria do evento. Abaixo o repertório da caixa especial:

Disc 1
01. Handsome Johnny - Richie Havens
02. Freedom (Motherless Child) - Richie Havens
03. Look Out - Sweetwater
04. Two Worlds - Sweetwater
05. Jennifer - Bert Sommer
06. And When Its Over - Bert Sommer
07. Smile - Bert Sommer
08. Hang On to a Dream - Tim Hardin
09. Simple Song of Freedom - Tim Hardin
10. Raga Puriya-Dhanashri/Gat In Sawarital - Ravi Shankar
11. Momma Momma - Melanie
12. Beautiful People - Melanie
13. Birthday of the Sun - Melanie
14. Coming into Los Angeles - Arlo Guthrie
15. Wheel of Fortune - Arlo Guthrie
16. Every Hand in the Land - Arlo Guthrie

Disc 2
01. Joe Hill - Joan Baez
02. Sweet Sir Galahad - Joan Baez
03. Hickory Wind - Joan Baez
04. Drug Store Truck Drivin' Man (with Jeffrey Shurtleff) - Joan Baez
05. They Live the Life- Quill
06. That�s How I Eat - Quill
07. Donovan's Reef - Country Joe McDonald
08. The Fish Cheer / I-Feel-Like-Im-Fixin'-To-Die Rag - Country Joe McDonald
09. Persuasion - Santana
10. Soul Sacrifice - Santana
11. How Have You Been - John Sebastian
12. Rainbows All Over Your Blues - John Sebastian
13. I Had a Dream - John Sebastian
14. The Letter - Incredible String Band
15. When You Find Out Who You Are - Incredible String Band

Disc 3
01. Going Up the Country - Canned Heat
02. Woodstock Boogie - Canned Heat
03. Blood of the Sun - Mountain
04. Theme For an Imaginary Western - Mountain
05. For Yasgur's Farm - Mountain
06. Green Acid Advice (stage announcement) - Jerry Garcia and Country Joe McDonald
07. Dark Star - Grateful Dead
08. Green River - Creedence Clearwater Revival
09. Bad Moon Rising - Creedence Clearwater Revival
10. I Put a Spell On You - Creedence Clearwater Revival

Disc 4
01. Work Me, Lord - Janis Joplin
02. Ball and Chain - Janis Joplin
03. Medley: Dance To The Music / Music Lover / I Want to Take You Higher - Sly & the Family Stone
04. Amazing Journey - The Who
05. Pinball Wizard - The Who
06. We�re Not Gonna Take It - The Who
07. The Other Side of This Life - Jefferson Airplane
08. Somebody to Love - Jefferson Airplane
09. Won�t You Try / Saturday Afternoon - Jefferson Airplane
10. Volunteers - Jefferson Airplane

Disc 5
01. Feelin' Alright - Joe Cocker
02. Let's Go Get Stoned - Joe Cocker
03. With a Little Help From My Friends - Joe Cocker
04. Rock & Soul Music - Country Joe & the Fish
05. Love - Country Joe & the Fish
06. Not So Sweet - Country Joe & the Fish
07. Summer Dresses - Martha Lorraine
08. Silver and Gold - Martha Lorraine
09. Rock & Soul Music (Reprise) - Martha Lorraine
10. Leland Mississippi Blues - Johnny Winter
11. Mean Town Blues - Johnny Winter
12. You've Made Me So Very Happy - Blood, Sweat & Tears

Disc 6
01. Suite: Judy Blue Eyes - Crosby, Stills & Nash
02. Guinnevere - Crosby, Stills & Nash
03. Marrakesh Express - Crosby, Stills & Nash
04. 4 + 20 - Crosby, Stills & Nash
05. Sea of Madness - Crosby, Stills, Nash & Young
06. Wooden Ships - Crosby, Stills, Nash & Young
07. No Amount of Loving - Butterfield Blues Band
08. Love March - Butterfield Blues Band
09. Everything's Gonna Be Alright - Butterfield Blues Band
10. Get A Job - Sha Na Na
11. At the Hop - Sha Na Na
12. Get a Job (Reprise) - Sha Na Na
13. The Star Spangled Banner - Jimi Hendrix
14. Purple Haze - Jimi Hendrix
15. Woodstock Improvisation - Jimi Hendrix
fonte: Terra


Mal posso esperar! Sobretudo o disco 4. Só lamento a ausência do The Band e do Ten Years After.
Assim que sair, pinta por aqui!

Domingo, 7 de Junho de 2009

Mustang na Estrada: Dragon Jack, 05/06


Se havia alguma dúvida quanto ao desempenho de Marcelo Borring na bateria, após apenas 3 ensaios, elas foram solenemente eliminadas. O Mustang provou que tem prça de reposição à altura e o show na última sexta agradou a todos que estavam presentes no Dragon Jack.

Além de Borring, o destaque foi Luciano, inspirado, como você poderão conferir nos vídeos que pintarão por aqui em breve.


Nesta semana voltamos à nossa garagem para seguir na rotina de ensaios. Se você perdeu, em um mês terá mais! Aguarde!

Quinta-feira, 4 de Junho de 2009

Rock News: Roger Waters chama de obsceno muro israelense na Cisjordânia

O britânico Roger Waters, músico e co-fundador do Pink Floyd, voltou a Israel e aos territórios palestinos, onde não hesitou em chamar de obsceno o muro israelense na Cisjordânia.

"(Esta barreira) é uma obscenidade para outras pessoas no mundo. Aqui e talvez em outros lugares em que vivem, os judeus podem aceitá-la. Masas pessoas no mundo todo veem o muro como uma estranha forma de viver", disse o músico ao visitar a escola de cinema Sam Spiegel, em Jerusalém, segundo a imprensa local.

O cantor e baixista, que em 1990 organizou um show para mais de 300 mil pessoas em comemoração à queda do muro de Berlim, também foi duro ao criticar a ofensiva israelense de dezembro e janeiro passados contra Gaza, em que cerca de 1,4 mil palestinos morreram.

"Não foi um olho por olho, mas uns cem olhos por olho", declarou o artista sobre a resposta israelense aos foguetes palestinos lançados de Gaza, que, em sete anos, mataram 100 vezes menos que o os ataques israelenses em 23 dias.

Waters chegou à região na segunda-feira (1º) e logo seguiu para Jenin, no norte do território palestino da Cisjordânia, para supervisionar o andamento do projeto "Cinema Jenin".

A iniciativa, promovida pelo artista e financiada pelo Governo alemão, busca restaurar a única sala de cinema da cidade, fechada em 1987, e reabri-la em maio de 2010, junto com uma escola de cinema.

Em Jenin, Waters também visitou o campo de refugiados local, que, durante nove dias de 2002, foi palco de uma violenta incursão do Exército israelense.

"Parte do povo ainda está extremamente traumatizada. Há partes do campo que foram reconstruídas, mas outras ainda têm muitos problemas , declarou.

O cantor advertiu ainda que o conflito com os palestinos afetou significativamente a imagem de Israel no mundo, a ponto de muita gente ter deixado de acreditar que os judeus tenham direito a um Estado.

"Acho que, sem direitos iguais para todos, esta democracia não faz sentido. Em ambos os lados, estão morrendo pessoas inocentes. E para quê? Por areia de deserto?", questionou.
fonte: G1


Há pouco tempo, foi Yusuf Islam que levantou-se contra o massacre israelense. Você pode argumentar que ele é muçulmano, então seria uma posição lógica. Entretanto, a posição lógica é manter-se contra o poderio americano na região, coisa que alguns poucos artistas tiveram peito para fazer.

Rock News: Ringo Starr deve se unir à parceria Dylan-McCartney

Segundo informações do jornal The Daily Express, RINGO STARR deve colaborar na parceria entre BOB DYLAN e PAUL MCCARTNEY. No final do mês passado, os dois cantores se reuniram num estúdio da Califórnia e agora McCartney e Dylan devem contar também com a participação de Starr.

“Ringo, em grande parte do tempo, vive em Los Angeles, perto de onde Paul e Bob também mantêm casas”, diz o jornal. Starr já tocou com Dylan no passado e assumiria a bateria em algumas músicas. Nenhum dos músicos se pronunciou oficialmente sobre a reunião, mas tudo indica que o projeto deve acontecer nos próximos meses.
fonte: Whiplash


Tem vaga pra mais uma guitarra nessa banda?
Qualquer coisa, tamos aí!

Quarta-feira, 3 de Junho de 2009

Mustang na Estrada: Tudo pronto!

Apesar dos problemas técnicos que motivaram a última passagem do Mustang '65 pela oficina, nosso mecânico de plantão conseguiu uma peça de reposição a altura: o baterista Marcelo Borring está pronto para nossa próxima apresentação, nesta sexta no bom e velho Dragon Jack.

Fizemos ontem nosso último ensaio, com passagem do set list completo e tudo rolou sem maiores sustos. Para este show estamos programando os clássicos de sempre e nossas composições, mas dessa vez com o brilho que o teclado do Ricardo Mann vem dando a banda.

O som começa as 22:30 e a abertura será da banda Opera. O couvert custa 8 merrecas e sócios do Mustang Rock & Blues Club tem desconto de 2 pilas.

Ah, quer ser sócio? Basta enviar seu nome, email e cidade para mustang65rock@gmail.com e aguardar a confirmação!

Blog on the Top: Thick as s Brick

Jethro Tull
Thick as a Brick
(EUA - 1972)
Quando Aqualung saiu, foi recebido pela crítica como um álbum conceitual, rótulo que Ian Anderson refutou duramente. "Eles querem um disco conceitual? Ok, vou dar-lhes um!" teria dito ele.

Thick as a Brick é um álbum de uma música só. Aliás, Thick as a Brick é uma música apenas, com cerca de 45 minutos, com os climas se revezando ao longo da execução. Isso foi um problema no lançamento original em vinil, que só permite 23 minutos por lado. Mas era só virar o disco e a música continuava.

Outro dado interessante é a temática. O disco teria sido inspirado em um poema escrito por um menino de 8 anos chamado Gerald Bostock, ou Little Milton, sobre os desafios de envelhecer. Aliás, nos créditos no disco são para Anderson/Bostock, na verdade, a mesma pessoa. A capa é um show a parte, reproduzindo um tablóide local. Originalmente era um jornal mesmo, com 12 páginas constando notícias, fofocas, classificados, anúncios e, claro, a letra! Infelizmente a beleza do design foi perdida quando precisou ser convertida para CD.


Anderson considerava Thick as a Brick uma espécie de sátira ao progressivo que emergia na ocasião. Ele chegou a afirmar que Thick as a Brick estava para o Emerson Lake and Palmer assim como o filme Airplane (Aperte os Cintos o Piloto Sumiu) estava para Aeroporto.

Acima de qualquer rótulo, Thick as a Brick é uma das mais criativas obras do rock, independente de ser progressivo ou não. Não apenas pela estupenda composição, mas também pelo conceito, arte, execução e temática. É um disco de uma época em que a qualidade colocava os artistas no topo das paradas e não da forma como vemos atualmente, com bundas e cornos na luta do vale tudo pela mídia. Indispensável!

Aí embaixo, ao vivo, no Madison Square Garden, 1978.

Terça-feira, 2 de Junho de 2009

Rock News: Ringo Starr e Paul McCartney apresentam game dos Beatles em feira nos EUA

Os roqueiros Ringo Starr e Paul McCartney participaram da conferência da Microsoft nesta segunda (1º) para apresentar o jogo "Rock band: The Beatles" (veja ao lado o trailer do jogo).

A participação aconteceu durante a E3, feira de games de Los Angeles (Califórnia, EUA).

O jogo será lançado em 9 de setembro para Xbox 360, PlayStation 3 e Wii.

Os músicos foram acompanhados ao palco da E3 por Yoko Ono, viúva de John Lennon, e Olivia Harrison, víuva de George Harrison.
fonte: G1


Grande coisa... eu já jogo Rock Band há quase 20 anos...
Aí embaixo o trailer do telejogo.


Segunda-feira, 1 de Junho de 2009

Rock News: Roadie de Jimi Hendrix diz em livro que empresário confessou ter assassinado o guitarrista

Trinta e nove anos após a morte de Jimi Hendrix, o roadie de um dos maiores guitarristas da história do rock acusa o empresário Michael Jeffery de ter assassinado o músico. James "Tappy" Wright declara no livro "Rock roadie", que está para lançar, que Jeffery confessou o crime um ano após a morte do autor de "Purple Haze" e "Foxy Lady". Segundo o roadie, ele teria dado álcool e comprimidos a Hendrix durante uma visita no hotel onde ele estava hospedado. Depois, o empresário teve que fazer com que a morte do guitarrista não fosse dada como suicídio, para que o seguro de vida não deixasse de beneficiá-lo com dois milhões de dólares. Seu nome estava na lista de Hendrix.

Ocorrida em setembro de 1970, a morte de Hendrix teve como causa oficial intoxicação com barbitúricos e inalação do próprio vômito. Mas o mistério sempre rondou essa história. John Bannister, o médico que fez de tudo para reanimar o guitarrista, admitiu em 1992 que ficou surpreso com a ausência de vinho tinto no sangue do músico, afinal, ele teria bebido junto com os barbitúricos. Jeffery morreu em um acidente de avião em 1973, dois anos após confessar o assassinato a Wright.
fonte: O Globo


Se foi o empresário mesmo que o matou eu não sei. Só sei que mais uma vez, alguém vai arrumar uma grana graças ao cadáver de Hendrix.

Sábado, 30 de Maio de 2009

Show de Horrores: Star Wars Disco Fever

Uma das modas mais bizarras produzidas pela humanidade foi a febre do disco, na segunda metade dos anos 70. Por coincidência (ou outra força que desconhecemos) nesta mesma época surgiu um outro fenômeno, bem mais interessante, chamado Star Wars.

Mas claro, a mente humana é doentia o suficiente para misturar as coisas. O resultado? Star Wars Disco Fever, uma bizarrice que dispensa qualquer apresentação. É sensacional a ginga e o jogo de cintura dos soldados do Império. E como Han Solo, ninguém menos que o astro country Kris Kristopherson!

Que a Força o ajude a assistir até o final!

Rock News: Produtor musical pega 19 anos de cadeia por assassinar atriz de Hollywood

O produtor musical Phil Spector foi sentenciado, nesta sexta-feira (29), a pelo menos 19 anos de prisão pelo assassinato de uma atriz de Hollywood em 2003, informou a agência de notícias Reuters.

A sentença afirma que Spector deve passar um mínimo de 19 anos na cadeia até se tornar apto a pleitear a liberdade condicional. Se não conseguir a condicional, ele deve passar o resto da vida atrás das grades.

Spector, 69, que ficou conhecido por revolucionar a música pop na década de 1960 com sua técnica de produção chamada de "wall of sound" (parede sonora), foi declarado culpado de assassinato em segundo grau por um júri de Los Angeles, em abril.

Lana Clarkson, 40, atriz de filmes-B (de baixo orçamento), morreu por um tiro na boca, disparado do revólver de Spector. O episódio ocorreu no castelo em que o produtor morava, em 3 de fevereiro de 2003. Os dois haviam se encontrado horas antes em uma casa noturna de Hollywood.

O produtor, que já trabalhou com os Beatles e os Ramones, entre outros, negou o crime, mas não se apresentou para testemunhar em nenhum dos dois julgamentos. Ele vem sendo mantido sob custódia desde a condenação em 13 de abril.

A promotoria afirma que o tiro que matou Clarkson faz parte de uma série de ameaças com armas e violência que Spector cometera contra mulheres nos últimos 20 anos em ataques de fúria.

Já os advogados de Spector alegaram que a atriz estava deprimida pelo fracasso de sua carreira e, por isso, cometera suicídio.

Spector teve uma infância atormentada. Seu pai cometeu suicídio, sua irmã passou anos internada em sanatórios e ele próprio sofria de depressão severa. Pouco antes do assassinato de Clarkson, Spector afirmou a um jornalista britânico, em uma de suas raras entrevistas, que sofria de personalidade bipolar e que havia "demônios lutando dentro de mim".
fonte: Globo.com


A defesa chegou a argumentar em março que as provas forenses inocentariam Spector, mas o que se viu foi o contrário. Agora eu pergunto: quando ele vai pagar pelo que fez ao Let It Be ein?

Quinta-feira, 28 de Maio de 2009

Blog'n'Roll: Mustang na Garagem

E poderia ser até mesmo Mustang na oficina, já que nosso baterista Ayrton Jr sofreu uma lesão em um dedo da mão esquerda e desfalcará a banda até o mês de julho. Melhoras para ele, mas como dizem, o show não pode parar!

Após uma árdua negociação com vários bateristas, dessa vez escalamos Marcelo Borring, que já nos acompanhou em um show no Colégio São José, em novembro do ano passado. Seu primeiro ensaio já rolou essa semana e foi bastante promissor. O Mustang mostra que também tem peça de reposição!

Borring estréia conosco no próximo dia 5 no mais que tradicional Dragon Jack. Aguardem para mais detalhes!

Hoje no Rock: John Fogerty, 64 anos

Mente criativa de uma das mais influentes bandas da história, o Creedence Clearwater Revival, John Cameron Fogerty nasceu em Berkeley na Califórnia em 1964 e é irmão mais novo de Tom Fogerty, com quem é frequentemente confundido. Portanto, antes de prosseguir, vamos deixar claro:

John Fogerty, irmão mais novo, vocal principal e compositor de maior parte dos sucessos do Creedence, ainda vivo, completa hoje 64 anos.
Tom Fogerty, irmão mais velho, guitarra base e fundador do Creedence. Falecido em 1990 vítima de AIDS.

Posto isso, John junto com o baterista Doug Clifford e o baixista Stu Cook formaram em 1959 a banda Blue Velvets, que seria a banda de acompanhamento para Tom. Em seguida mudaram seu nome para The Golliwoggs até 1966, quando John e Doug foram convocados para o serviço militar. Quando voltaram, em 1967 o nome foi mudado para Creedence Clearwater Revival e a banda estourou.

Mas nem tudo eram flores. Apesar do grande sucesso, os irmão Fogerty não se entendiam e viviam às turras, o que faria os mimados Gallagher parecerem crianças de colo. A coisa azedou de vez em 1972, quando a banda anunciou o rompimento oficial.

A carreira solo de John demorou a decolar, muito em função da eterna briga judicial com a Fantasy Records, antiga gravadora do Creedence. Só já na década de 80 ele voltou a ter um sucesso comercial considerável, com as canções Centerfield e The Old Man is Down the Road. A última lhe rendeu um processo por plágio, curiosamente de uma música do Creedence, Run Through the Jungle. Ele provou que não era um plágio de forma muito simples: levou um violão ao tribunal e tocou ambas para o juiz. Em outra, chamada Zanz Kant Danz, recebeu mais um processo, dessa vez do presidente da Fantasy Records, Saul Zaentz. Mudou o nome para Vanz Kant Danz, mas não adiantou.

Em 1997 ganhou o Grammy de melhor album de rock com Blue Moon Swamp. Desde então mantem-se na estrada, com relativo sucesso, muito em função dos grandes hits dos anos do Creedence.

A luta judicial com a antiga gravadora, continua, mais de 30 anos após o rompimento.

Sua relação com seu irmão Tom nunca foi reatada. Não tiveram contato nem mesmo quando Tom estava no leito de morte, no final dos anos 80.

Aí embaixo um dos grandes clássicos do cara.

Terça-feira, 26 de Maio de 2009

Blog'n'Roll: Experience no Twitter

Periodicamente experimento aqui no brogue novas tecnologias para facilitar a vida dos leitores e, principalmente a minha. Algumas dão certo, muitas outras não. A cada dia que passa tenho mais certeza que a simplicidade é a chave para tudo na vida. Mas o povo hoje gosta de complicar. De qualquer forma vamos lá.

A única expressão mais usada que "Susan Boyle" na internet hoje em dia é Twitter. E o que esse cara faz? Bom até o último final de semana eu também não sabia.

Trata-se de nada além de uma rede social (mais uma!) que conecta pessoas e, nesse caso, atualiza o que você está fazendo no momento. Claro que não vou usar para colocar coisas do tipo "tomando banho", "alimentando o Enzo" ou "dormindo". Mas lá posso dizer quando tem post novo pra sair e deixar sempre atualizado com o mais recente. Se for algo do seu interesse, é só dar um clic.

Para tornar-se um seguidor do Experience no Twitter, basta clicar aqui, ou no ícone aí do lado e passar a receber as atualizações direto no seu navegador. Se preferir, é só ir lá embaixo e assinar como um seguidor do blog diretamente. Se quiser ser seguidor nos 2, melhor ainda!

Blog on the Top: Paint it Black

Rolling Stones
Paint it Black
(Inglaterra - 1966)

Associada com 9 entre 10 filmes sobre a Guerra do Vietnam, Paint it Black talvez tenha essa carga pelo peso que traz na sua letra, aparentemente sobre a morte de uma namorada.

A canção teria surgido meio que por acidente, enquanto Wyman e Charlie Watts brincavam com um hammond e na bateria, respectivamente. O riff característico foi então acompanhado por uma batida com clima asiático, o que foi reforçado quando Brian Jones incluiu a cítara, que ele havia aprendido a tocar poucos dias antes, com George Harrison. Jagger contribuiu com a letra e Richards com as guitarras e backing vocals. Apesar da participação de toda a banda, os créditos da música ficaram apenas para Jagger/Richards.

O grande sucesso fez com que Paint it Black chegasse ao topo na Inglaterra e nos EUA, tornando-a um dos maiores sucessos dos Stones. Além disso, ela foi regravada por cerca de 100 bandas diferentes, entre elas Animals, Deep Purple, Echo and Bunnyman e REM.

Aí embaixo, registro dela em 1966, no programa Ready Steady Go.

Domingo, 24 de Maio de 2009

Hoje no Rock: Bob Dylan: 68 anos

O menestrel do folk, Robert Allen Zimmerman nasceu na pequena cidade de Duluth, no estado americano de Minnesota, vindo de uma família de judeus-russos. Ainda muito jovem, aprendeu guitarra e piano sozinho, ao mesmo tempo que escrevia seus primeiro poemas.

Começou a cantar em bandas de rock, imitando Little Richards e Buddy Holly, mas quando entrou para a faculdade conheceu o folk, influenciado pelo cantor Woody Guthrie.


Seu primeiro trabalho (Bob Dylan) veio em 1962, mas foi seu segundo trabalho, The Freeweelin' Bob Dylan, de 1963, que lhe trouxe notoriedade. Nele estava o clássico Blowin' in the Wind, música que imediatamente associou Dylan aos movimentos pelo direitos civis e a músicas de protesto em geral, rótulo que ele recusaria posteriormente. Em 1963, sua participação no Newport Folk Festival alçou-o ao estrelato, assim como Joan Baez. Ambos tornaram-se os 2 grandes nomes do folk e da música engajada dos anos 60. O sucesso do álbum The Times They Are-A-Changing, de 1964, apenas consolidou esta posição. Na segunda metade dos anos 60, Dylan volta-se para temas como racismo e Guerra do Vietnam e adota um estilo mais elétrico, o que revoltou alguns fãs mais radicais, do seu estilo folk.

Os anos 70 foram de emoções distintas. Inicialmente, adota o The Band como sua banda de apoio após sofrer um acidente de moto, com quem grava The Basement Tapes. Lança grandes sucessos como If Not For You e Knockin' on Heaven's Door. Na segunda metade da década, Dylan divorcia-se e converte-se a cultos cristãos evangélicos. Sua temática passa a ser Gospel o que o afastou de muitos fãs antigos, mas aproximou-o dos fiéis de sua igreja.

Na década de 80, Dylan afasta-se da fé cristã e lança o disco Infidels. Nele o resgate por suas raizes judaicas fica claro como na música Jokerman. Mais tarde, une-se a George Harrison, Tom Petty, Jeff Lynne e Roy Orbison para formar o Traveling Wilburys que rende 2 discos. Na década seguinte, passa a fazer um balanço de sua carreira, voltando ao folk inicial e rompendo com compromissos de mercado.

Ano passado Bob esteve no Brasil, onde fez uma série de shows. Muito criticado por alguns por não tocar seus grandes sucessos, Dylan tem o porte de quem tem o direito de tocar o que bem entende. Ele foi o cara que mostrou a todos que as letras não precisam falar de amor. Costurou o folk ao rock, influenciando caras como John Lennon na forma de compor. Desde seu primeiro disco, ja foram quase 50 trabalhos, sendo o mais recente o bom Together Through Life, que já apareceu aqui no Experience.

Dylan é o menestrel do rock, o poeta que ensinou vários discípulos a compor, trazendo sua mensagem clara e direta, mas sempre com seu violão e sua gaita.

Rock News: Novo álbum do Green Day é censurado em rede de lojas nos EUA

Uma das maiores redes de lojas dos Estados Unidos, a Wal-Mart, não vai vender o novo álbum da banda Green Day. O grupo revelou que o álbum “21st Century Breakdown” foi censurado pela rede de lojas por trazer o selo de advertência de conteúdo impróprio.

“O Wal-Mart se tornou a maior cadeia de varejo do país, mas eles não vão comercializar nosso álbum porque querem censurá-lo”, comentou em entrevista o vocalista da banda, Billie Joe Armstrong. A rede costuma vender edições editadas dos álbuns que são lançados com o selo de conteúdo impróprio. Esse selo é colocado nas capas de álbuns que trazem palavrões ou termos considerados ofensivos pela conservadora sociedade dos Estados Unidos.

Uma porta-voz da rede de lojas, Melissa O’Brien, disse que artistas e gravadoras têm a liberdade para disponibilizar nas prateleiras versões diferentes do mesmo álbum, o que possibilita a venda de discos sem o selo de advertência. A banda se nega a fazer essa versão editada.

A rede de lojas tem uma política interna que impede a venda desses álbuns com o selo de conteúdo impróprio. “21st Century Breakdown” já está à venda nos Estados Unidos desde o último dia 15 e já chegou ao topo dos mais vendidos da Billboard.
fonte: Terra


Como eles mesmos diriam, american idiots...

Sábado, 23 de Maio de 2009

Hoje no Rock: The Who - The Kids Are Alright

Se neste ano o Who comemorará os 40 anos da ópera-rock Tommy (1969), hoje quem sopra as velinhas é o super documentário dirigido por Jeff Stein, The Kids Are Alright, lançado há exatos 30 anos. Stein era um fã americano do Who e sempre foi obcecado pela idéia de fazer um documentário contando a história da banda, através de colagens de cenas e entrevistas.

Em 1975 conseguiu aproximar-se de Pete Townshend e sugeriu a ideia que foi inicialmente rejeitada, mas o empresário da banda, Bill Curbishley acabou convencendo-o do contrário. Para dar um gostinho, Jeff fez uma compilação de várias imagens antigas da banda e mostrou ao integrantes e suas esposas. Depois de poucos minutos, Pete e Keith Moon rolavam no chão histéricos. A esposa de Roger Daltrey riu tanto que derrubou a garrafa de café da mesa. Estava aprovado.


Jeff começou então a garimpar material, já que boa parte havia sido perdida. Ele optou por uma narrativa não linear, incluindo várias apresentações em programas de TV da época (Shindig, Ready Steady Go, Smothers Brothers), shows e entrevistas. Gravou também imagens em um show fechado, no Shepperton Studios, além de cenas de ensaios.

Cenas famosas estão no documentário, como as aparições em Woodstock (segundo Pete, um lixo), Monterrey e Pontiac Silverdome, assim como no famoso Rolling Stones Rock'n'Roll Circus. Esse especial teria sido cancelado porque os produtores acharam que a performance do Who ofuscaria os Stones. Partes de uma entrevista no Russel Harty Plus também foram incluídas, inclusive o momento quem que Keith rasga a roupa de Pete e em seguida fica pelado. Há muito destaque para Keith Moon e suas loucuras, assim como para a fixação de Pete em destruir guitarras. Aliás, o documentário foi lançado em meio a uma onda de cinema catástrofe (Aeroporto, Terremoto, Inferno na Torre). Isso deu aos produtores a idéia genial de entitular o filme "o primeiro filme de desastre rock 'n' roll do mundo".

Moon morreu em 7 de setembro de 1978, vítima de overdose de Heminevrin, um medicamento usado para tratamentos anti-álcool, durante a edição final do material. Os integrantes restantes decidiram que nenhuma parte seria modificada e não há referências ao seu falecimento no filme. O documentário foi lançado no Festival de Cannes de 1979, sendo recebido pelo público como o melhor feito sobre uma banda de rock, opinião de muitos até hoje.

Para mim é a imagem definitiva do Who, que após a morte de Moon teve outros bateristas, lançou discos, mas perdeu a energia inicial. Retrata os 13 anos iniciais da banda, do movimento Mod até a consagração mundial. O único senão na minha opinião, é o não ter nada do álbum Quadrophenia, de 1973. Fora isso, nota 10!

Pra vocês, a sequência inicial do filme. Uma aparição no programa americano Smothers Brothers Comedy Show de 1967, onde eles, literalmente destroem tudo. Keith subornou um contra-regra para poder colocar uma carga de explosivos na sua bateria. Resultado: o cabelo de Pete pegando fogo e o braço de John cortado.

Sexta-feira, 22 de Maio de 2009

Rock News: Morre aos 61 anos Zé Rodrix

Morreu na noite desta quinta-feira, em São Paulo, aos 61 anos, o cantor e compositor Zé Rodrix. Ele estava em casa com a família quando passou mal e foi levado ao Hospital das Clínicas, na capital. Zé Rodrix, que também era publicitário e ultimamente dedicava parte do seu tempo à produção de jingles comerciais, aparentemente não tinha qualquer problema de saúde.

Fundador do grupo Sá, Rodrix & Guarabyra, José Rodrigues Trindade é autor de "Casa no campo", sucesso gravado por Elis Regina na década de 70, e parceiro de Sá e Guarabyra "Mestre Jonas". Nascido no Rio de Janeiro, em novembro de 1947, o músico já tocou com Tavito e com os grupos Som Imaginário e Joelho de Porco.

O trio com o qual viveu uma história de mais de 30 anos estreou em disco em 1971, com "Passado, presente & futuro". Em 2009, o grupo lançou pela gravadora Som Livre o disco "Amanhã", o primeiro de inéditas desde 2001. "Amanhece um outro dia", que está no repertório, virou abertura da novela "Revelação", do SBT. Na semana passada, o trio se apresentou no Rio (Centro Cultural Banco do Brasil). Sá, Rodrix & Guarabyra consagraram o estilo que, nos anos 70, passou a ser chamado de rock rural.

Zé Rodrix deixa mulher, seis filhos e dois netos.
fonte: O Globo


Grande perda para o já carente rock nacional. Quando se fala em "rock rural", estamos falando de nada além do folk brasileiro, mas gosto da expressão.
Mestre Jonas sempre foi presença constante nos meus playlists e nem preciso dizer que me influenciou bastante. Adoro a conbinação de piano e órgão com o baixo nervoso fraseando toda a música. A letra é um show a parte, composta no auge da ditatura e cheia de mensagens implícitas. Taí ela hoje pra vocês, pra baixar, ver e lembrar.

Rock News: John Lennon: roupas ensanguentadas serão exibidas em NY

As roupas ensangüentadas que John Lennon usava quando foi baleado em Nova York farão parte de uma nova exposição. O saco de papel com as roupas vai ser uma das peças expostas na 'John Lennon: The New York Years', uma exposição montada por sua viúva Yoko Ono na cidade.

Ono já sabia que incluir as roupas seria uma decisão difícil, e ela teme ser criticada pelos fãs. A exposição também terá letras de músicas escritas à mão, cartas sobre a possibilidade de deportação dos Estados Unidos no começo dos anos 70 e vários instrumentos musicais incluindo um piano e guitarras.

Falando sobre a mostra em Nova York, Ono disse: "Eu sei que isso é muito triste, e irônico, mas eu acho que ele amou muito esse lugar e foi onde ele foi morto".
fonte: Whiplash


Nem vou comentar nada, senão as "viúvas da viúva" vão dizer que não gosto dela. Já é a segunda bola fora seguida, desde o comercial dublabo de Lennon em dezembro do ano passado.

Quinta-feira, 21 de Maio de 2009

Blog on the Top: Let's Dance

David Bowie
Let's Dance
(EUA - 1983)

Depois de mudar de pele várias vezes ao longo da carreira, David Bowie mais uma vez se reinventou no começo dos anos 80 e a marca disso foi Let's Dance, um de seus singles de maior sucesso.

Até então Bowie não havia conseguido penetração no público jovem de então, mais acostumado com a New Wave que estourava e Let's Dance serviu como cartão de visitas para essa nova audiência.

A música foi um sucesso imenso, chegando ao primeiro lugar em 8 países e ao segundo em outros 3. O sucesso foi tão grande que Let's Dance integrou o set list de todos as turnês de Bowie desde então.

Curiosidade: a guitarra solo no final é tocada por ninguem menos que Steve Ray Vaughn, em início de carreira. Após a gravação, ele teria pedido a Bowie para participar da turnê, mas ele teria negado. Steve, que na época era motorista de entregas, ficou furioso quando viu Bowie dublando o solo no clip. Taí embaixo pra vocês o clip, que foi gravado na Austrália.

Rock News: Nazareth - detalhes sobre as apresentações no Brasil

A produtora "Awake Media" acaba de confirmar três apresentações da banda escocesa NAZARETH, que neste ano completa 41 anos de carreira. A banda está em turnê de divulgação do novo álbum de estúdio, intitulado "The Newz", que é o 21º da carreira e conta com 13 faixas inéditas: Goin' Loco, Day At The Beach, Liar, See Me, Enough Love, Warning, Mean Streets, Road Trip, Gloria, Keep On Travellin', Loggin' On, The Gathering e Dying Breed[2], além da "hidden track" Goblin King.

"The Newz" foi produzido pelo jovem talento Yann Rouiller e é o primeiro álbum de inéditas do NAZARETH desde “Boogaloo”, lançado em 1998.

As apresentações ocorrerão somente no estado do Paraná, nas cidades de Pato Branco, Cascavel e Curitiba. Confira abaixo o serviço completo da turnê.

Nazareth em Pato Branco
Data: 04 de Junho – quinta feira
Local: Clube Pinheiros
Ingressos:
1º Lote: R$ 30 - 1000 ingressos – ESGOTADO
2º Lote: R$ 40 - 1000 ingressos
3º Lote: R$ 50 - até esgotar
Informações: (46) 3224 8599

Nazareth em Cascavel
Data: 05 de Junho – sexta feira
Local: Cowboy Saloon (www.cowboysaloon.com.br)
Ingressos:
Area VIP (ing. normal + pulseira vip) -] R$ 63,00
Normais -] R$ 43,00
Universitários -] R$ 38,00
Pulseira VIP avulsa -] R$ 20,00
Pontos de venda de ingresso normal: Farmacias Iguaçu, Discolândia, Posto Colombo, Empório Costa, Pantanero Bar, Casas Ajita Calçados e Fale + “vivo”( JL)
Universitários e Camarotes: (Somente no local do show)

CAMAROTES:
4 pessoas -] R$ 520,00
6 pessoas -] R$ 780,00
10 pessoas -] R$ 1300,00

MESAS:
1° E 2° Filas -] R$ 150,00 por pessoa.
3° e 4° Filas -] R$ 130,00 por pessoa.
Informações:
http://www.cowboysaloon.com.br

Nazareth em Curitiba
Data: 07 de junho - domingo
Local: Curitiba Master Hall
Telefone: (41) 3248 1001
Inicio dos shows: 20h - Motorocker/ 21h - Nazareth
Ingressos:
Mesas para 4 Pessoas sem Ingressos - R$400
Solidário c/ Doação de 1 Kg de Alimento - R$93
Meia-Entrada - R$93
Inteira - R$183
Camarotes para 12 Pessoas sem Ingressos - R$1.260
Pontos de venda: Disk ingressos – (41) 3315-0808, Cia da Música, Dr. Rock e Lets Rock
Informações:
http://www.diskingressos.com.br

fonte: Whiplash


Nunca imaginei dizer isso aqui, mas fico feliz em saber que finalmente um show no Brasil terá ótimos preços. Sorte da galera paranaense. Por exemplo, se você é um estudante paulista, pagará R$90,00 para um ingresso em Curitiba e vai gastar uns R$ 120,00 ida e volta, de ônibus. Ou seja, por pouco mais de 200 pratas curte um show que no Rio e São Paulo anda na faixa dos 300. Isso sem contar os flanelinhas assaltantes!