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sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Rock News: Sting lançará álbum triplo para comemorar 25 anos de carreira solo

Sting: 25 years é o nome do trabalho que vai comemorar os 25 anos da carreira solo do músico britânico e líder do Police, Sting. O álbum triplo vai contar com faixas desde The dream of the blue turtles (1995), seu primeiro disco solo, até Live in Berlin (2010).

Além dos três CDs, Sting: 25 years será colocado à venda com um DVD. Nele, imagens inéditas de um show gravado no Irving Plaza em Nova York em 2005.

O lançamento também contará com um livro que inclui fotos, comentários pessoais e letras escritas à mão por Sting.No total, o disco contará com 45 músicas. We'll be together, All this time, You still touch me, I'm so happy I can't stop crying e If you love somebody set them free estarão no álbum. O lançamento será dia 27 de setembro e vai sair pela Universal Music.

CD 1
1. "If you love somebody set them free"
2. "Love is the seventh wave"
3. "Consider me gone"
4. "Moon over bourbon street"
5. "Fortress around your heart"
6. "Bring on the night" (ao vivo)
7. "Driven to tears" (ao vivo)
8. "I burn for you" (ao vivo)
9. "Be still my beating heart"
10. "They dance alone"
11. "Englishman in New York"
12. "Fragile"
13. "We'll be together"
14. "Sister moon"
15. "Secret marriage"

CD 2
1. "All this time"
2. "Mad about you"
3. "Why should I cry for you?"
4. "The soul cages"
5. "When the angels fall"
6. "If I ever lose my faith in you"
7. "Fields of gold"
8. "Seven days"
9. "It's probably me"
10. "Shape of my heart"
11. "When we dance"
12. "I hung my head"
13. "I was brought to my senses"
14. "You still touch me"
15. "I'm so happy I can't stop crying"

CD 3
1. "A thousand years"
2. "Desert rose"
3. "Ghost story"
4. "Brand new day"
5. "Send your love"
6. "Whenever I say your name"
7. "Stolen car (Take me dancing)"
8. "Soul cake"
9. "The hounds of winter"
10. "Next to you"
11. "We work the black seam"
12. "The pirate's bride"
13. "Never coming home"
14. "Russians" (ao vivo)
15. "The end of the game" (ao vivo)
fonte: Eldorado


Até gosto do trabalho solo do Sting, mas sinceramente, não tem material para um álbum triplo.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Rock News: Guitarrista do The Police faz primeiro de série de shows no Brasil

O guitarrista da banda inglesa The Police, Andy Summers, se apresentou nesta terça-feira (8) em São Paulo. Foi o primeiro de uma pequena série que terá mais um show na capital paulista (neste dia 9) e outro no Rio de Janeiro (10).

O guitarrista Andy Summers se apresentou nesta terça-feira (8) ao lado de Roberto Menescal em São Paulo.

Summers lança o DVD “The United Kingdom of Ipanema”, parceria do guitarrista com o compositor brasileiro Roberto Menescal, que também participa das apresentações.

Ingressos custam de R$ 7,50 a R$ 30 em São Paulo e de R$ 10 a R$ 30 no Rio.

Durante o show, eles tocam músicas como “Chega de saudade”, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes, mais releituras de faixas do The Police, como “Every breath you take” e “Message in a bottle”, em ritmo de bossa nova.

Onde: Sesc Pinheiros (Rua Paes Leme, 195, Pinheiros, São Paulo).
Quando: 9 de fevereiro.
Quanto: R$ 7,50 a R$ 30.

Onde: Espaço Pier Mauá - Armazém 4 (Av. Rodrigues Alves, Centro, Rio de Janeiro).
Quando: 10 de fevereiro.
Quanto: R$ 10 a R$ 30.
fonte: G1


zzzzz...

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Rock News - The Police diz adeus aos palcos

A banda inglesa The Police[bb] se despediu definitivamente dos palcos nesta quinta-feira, 07, com um show no Madison Square Garden, em Nova York. O trio se reuniu novamente no ano passado para uma extensa turnê mundial, que inclusive passou pelo Brasil em dezembro passado, e agora se despede após 30 anos de sua formação.

O show contou com 19 mil pessoas na platéia e a turnê teve 150 shows. “Esta é uma noite muito especial e quero que seja muito louca. Mas, antes de começar com as loucuras, eu gostaria de dizer que foi uma enorme honra para mim voltar a ficar ao lado de dois grandes amigos”, disse Sting logo no começo da apresentação. “Após 150 apresentações, não sei como não nos estrangulamos; mas isso não significa que isso não tenha passado pela minha cabeça”, brincou o vocalista.

O repertório contou com “Walking On The Moon”, “Voices Inside My Head”, “Don’t Stand So Close to Me”, “Message In a Bottle”, “Demolition Man”, “Driven To Tears” e “Every Little Thing She Does Is Magic”, entre outras canções. A última música apresentada pelo Police no palco foi “Next to You”, encerrando o show e a carreira do grupo.
fonte: Terra

Ué, não tinham se despedido ainda não? Ah, era a turnê da volta né? Agora essa de "encerrando o show e a carreira" não cola. É só a grana começar a faltar...

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

Blog’n’Roll – A volta dos que não foram II

Depois do Police, ontem foi a vez do Led Zeppelin realizar seu primeiro concerto em 27 anos. A formação era a original, com Jason Bonhan no lugar de seu pai John, finado em 1980. Ao longo de 2 horas de show, Plant, Page e Jones mostraram que estão em ótima forma (exceto pela falta dos agudos de Plant, mas isso releva-se).

Jimi Page e Robert Plant já fizeram outras turnês juntos, passando inclusive pelo Brasil nos anos 90, mas sem John Paul Jones, quase sempre menosprezado pelos dois primeiros. Ao que parece, dessa vez as diferenças foram equalizadas para esse show beneficente que aconteceu em Londres. Mas agora existe a real possibilidade de uma turnê bastante lucrativa.

Lembro de uma entrevista de George Harrison lá pelos idos de 1995, onde falava do Oasis e da sua influência (ou cópia) beatle. “Hoje realmente são uma boa banda, mas nos anos 60 seriam apenas mais uma”. Concordo em gênero número e grau.

Na minha opinião, o rock clássico acabou nos anos 80, onde os últimos super grupos surgiram. Dos remanescentes, apenas o REM e o U2. Os anos 90 não nos trouxeram nada de novo. Red Hot, Pearl Jam e o próprio Oasis são boas bandas, mas longe de serem clássicas. E não me venham falar de Nirvana ou Guns’n’Roses.

Quero deixar claro que discordo que não se faça mais rock de qualidade. Acho esse argumento estúpido. Há boa música sim, basta procurar. O lamentável é que ela não seja divulgada de maneira correta. A era do fast food que vivemos faz com que gravadoras (que deus as tenha) e produtores invistam no rápido e certeiro, ou seja, os punks de butique, o hippies arrumadinhos e boy bands.

Natural que, nesse cenário de pequenos mamíferos, qualquer dinossauro ressucitado chegue para dominar e reinar absoluto. De repente, bandas como o Police, que nos anos 80 dividiam espaço com outros gigantes como Queen e Dire Straits, ressurgem das cinzas e atraem uma grande atenção, quase exclusivamente. É paradoxal, mas tornaram-se um investimento rápido, certeiro e absolutamente seguro.

Será isso? Nem grana nem saudade. Apenas uma grande lacuna aberta no mercado e no coração dos verdadeiros roqueiros?

Talvez a nostalgia não seja deles, mas nossa.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Blog’n’Roll – A volta dos que não foram

No último sábado o Police voltou ao Rio de Janeiro e mostrou estar realmente em forma. Nada mal para os 3 velhinhos (Sting tem 56 anos, Andy Summers 64 e Stewart Copeland, 55) que estavam separados desde 1984. Ok, separados sim, mas não aposentados.

O Police está em turnê desde maio (aliás a turnê se chama Reunion Tour), mas não há nenhuma evidência de que, ao final, algo mais seja agregado como novas composições ou novos shows. E claro, isso dá o que pensar.

Ultimamente temos visto várias voltas. Hoje mesmo, o Led Zeppelin se reúne depois de quase 30 anos para um show que, a principio seria único, mas já acenam com uma provável excursão. Recentemente tivemos voltas inclusive por aqui, como a dos Mutantes.

O que está por trás disso tudo? Saudade dos palcos? Dos ex-companheiros? Difícil, já que, em geral, todos continuam suas carreiras independentemente dos velhos integrantes. Aliás, saudade deles também é pouco provável que seja, afinal bandas como o Police terminam debaixo de muita confusão e desentendimentos.

Há quem diga que seria só pela grana. Pode ser, mas será que o Led Zeppelin e seus integrantes precisam de mais? Bandas clássicas nunca param de vender e tem seu material constantemente relançado, remasterizado, reeditado e vários outros “res”, tudo para o deleite dos fãs. Ok, o Zep se separou quando o batera John Bonhan morreu, não houve uma briga. Mas não houve dinheiro o bastante para reunir o Pink Floyd por exemplo, depois de todas as rusgas e processos que envolveram a separação. Isso ficou claro no show Live 8, onde o desconforto no palco era flagrante.

Claro que cada caso é um caso e não há uma regra que possa ser aplicada a todas as bandas. Mas o que estaria acontecendo? Saudade, nostalgia, uma segunda chance ou apenas um caça-níqueis?

O que você acha?

Amanhã continuamos!