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terça-feira, 9 de novembro de 2010

Rock News: Metallica é a primeira atração internacional do Rock in Rio 2011

A organização do Rock in Rio 2011 anunciou nesta terça-feira (9) a banda californiana Metallica como primeira atração internacional do evento. O grupo, que lançou em 2008 o álbum "Death magnetic", foi o mais votado pelo público em pesquisa encomendada ao Ibope, que orientou a escolha dos artistas.

O Rock in Rio 2011 será realizado entre 23 de setembro e 2 de outubro de 2011. Os ingressos começam a ser vendidos no dia 19 de novembro através do site www.rockinrio.com.br ao preço de R$ 190.

A banda de James Hetfield (voz e guitarra), Lars Ulrich (bateria), Kirk Hammett (guitarra) e Robert Trujilo (baixo) toca na terceira noite do evento, toda dedicada ao metal – os brasileiros Sepultura e Angra também têm presença confirmada no Palco Sunset.

Formado em 1981, o Metallica é pioneiro do chamado “thrash metal”. Logo no primeiro álbum, “Kill ‘em all” (1983), emplacou hits como "Seek & destroy", até hoje uma das músicas mais aguardadas pelos fãs em suas apresentações. Com nove prêmios Grammy, a banda acumula outros sucessos como "Master of puppets" (1986), "Nothing else matters" e "Enter Sandman" (ambas de 1991).

O Metallica já esteve quatro vezes no Brasil: em 1989, em 1993, em 1999 e em janeiro deste ano, durante a turnê de "Death magnetic".

O vocalista e guitarrista James Hetfield durante apresentação da banda californiana Metallica, que se apresenta na terceira noite do Rock in Rio 2011.

O Rock in Rio 2011 terá mais de cem atrações. Marcelo D2, Dinho Ouro Preto, Evandro Mesquita, Rogério Flausino, Pitty, George Israel, Sandra de Sá e Tico Santa Cruz já haviam sido confirmados pela organização.
fonte: G1
Agora estamos começando a conversar... Mas dizer que são mais de 100 atrações é uma coisa. Dizer que teremos ao menos 10 que prestem é que são elas.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Rock News: Rock in Rio volta ao País com ingressos à venda dia 19

Depois de 10 anos, o Rock in Rio volta para o Brasil, e agora para ficar. Pelo menos para mais três edições: 2013 e 2015, além da que ocorrerá nos dias 23, 24 e 30 de setembro e 1º e 2 de outubro de 2011. As principais atrações ainda não passam de especulação, mas o rol de artistas nacionais já começou a ser montado: Frejat, Ivete Sangalo, Marcelo D2, Sepultura, Dinho Ouro Preto, Pitty e Toni Garrido, entre outros.

E mesmo com o line up indefinido, os primeiros ingressos começam a ser vendidos no próximo dia 19 - entradas custarão de R$ 95 (meia) a R$ 190 (inteira) no site do Rock in Rio. O anúncio foi feito hoje, na capital paulista, durante a divulgação dos patrocinadores do evento.

O Rock in Rio dará continuidade à sua política de diversificar as atrações. O vídeo institucional com a canção tema do festival mostra esse cenário: Ivete Sangalo em parceria com o rapper Marcelo D2, Ed Motta junto com a roqueira Pitty, Dinho Ouro Preto dividindo o estúdio com Toni Garrido. Andreas Kisser, guitarrista da banda Sepultura, conta que a mistura de estilos é a proposta de parte das apresentações nacionais. "Vamos manter esse espírito de Jam Session", explica, ao revelar que sua banda de heavy metal deve subir no palco acompanhado de uma orquestra.

A diversificação de estilos no Rock in Rio ficou marcada, principalmente na edição de 2001, com a presença de diversos artistas que fogem do rótulo "rock n'' roll" - quem acompanhou viu o baiano Carlinhos Brown tendo que se apresentar em meio a garrafas atiradas pelo público. As chamadas "boys bands" - N'' Sync e Five - e a popstar Britney Spears estavam lá. Por outro lado, as distorções do Iron Maiden, do Oasis, do Foo Fighters também. O mesmo deve ocorrer na edição do ano que vem. O festival de 2011 terá dois palcos e uma tenda para música eletrônica.

Foi a partir de 2001 que começou a implantação de conceitos como meio ambiente e responsabilidade social no festival. Nas edições europeias - foram quatro em Lisboa e duas em Madri -, foi definido o comprometimento em compensar as emissões de dióxido de carbono (CO2) produzidas pelo evento.

Segundo a organização, milhares de árvores foram plantadas nos dois países. Além disso, a organização destinou, conforme Roberta Medina, empresária e filha do idealizador do Rock in Rio, Roberto Medina, mais de 5 milhões de euros em ações de educação e inclusão social. "A gente não está só falando de festa. Mas também de usar a música como plataforma de mobilização por um mundo melhor", afirma Roberta, ao destacar o slogan do Rock in Rio: "Por um mundo melhor".

Estrutura
O Rock in Rio será como local o Parque Olímpico Cidade do Rock, na Barra da Tijuca, na zona oeste da capital fluminense. O local de 150 mil metros quadrados receberá investimentos da Prefeitura do Rio da ordem de R$ 40 milhões - verba que já leva em conta a modernização do local para os Jogos Olímpicos de 2016. Roberta fala em investimento total de R$ 130 milhões no evento.

O retorno, conforme a organização, tende a ser grande: em 2001, o Rock in Rio despejou US$ 350 milhões na economia carioca. "O sucesso do Rock in Rio é grande porque estamos falando de um projeto de comunicação que viabiliza modelos de negócios", explica a empresária.

E assim como nas edições anteriores, a organização prevê milhões de espectadores em todo o planeta. De acordo com Roberta, os shows foram transmitidos para cerca de um bilhão de pessoas em 80 países. O local receberá ainda parque de diversões, um shopping com 30 lojas, espaço para desfiles de moda e a Rock Street, uma rua com restaurantes e apresentações de jazz. "As primeiras edições marcaram a geração dos anos 80, e a partir de 2001, o festival começou uma nova fase, não apenas para jovens, mas para toda a família", explica Roberta Medina.

VIP
A área VIP do Rock in Rio não ficará logo à frente do palco, disposição que provocou reclamações nos últimos festivais brasileiros e até um princípio de confusão no show do Rage Against the Machine no SWU, que ocorreu em outubro em Itu, interior paulista - parte da grade de proteção foi quebrada e alguns fãs invadiram o local reservado.

"Na frente para quê? Levar lata na cabeça?", questiona a empresária. Ela conta que, em seu festival, a área VIP funcionará como um "oásis", onde os presentes terão direito a comida, bebidas e um ambiente de maior conforto, sem afastar os fãs de seus ídolos. "O Rock in Rio se vive no gramado", disse.
fonte: Eldorado


Vem aí o Shoppin' in Rio! Podiam fazer logo ali no Barra Shops, paraíso dos emergentes.
Fico imaginando o papo de quem vai comprar ingresso: "E aí? Vai ver quem no Rock in Rio" e o outro responde "Vou ver o..., a... aquele também, o ...."

Na boa, Rock In Rio é que nem Woodstock. Teve um, quem viu, viu. Quem não viu, pega o DVD.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Rock News: Rock in Rio voltará ao Brasil em 2011, revela Prefeitura carioca

Vem aí uma nova edição do Rock in Rio no Brasil, segundo a assessoria de imprensa da Prefeitura carioca. O festival está previsto para ser realizado em um terreno em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, em setembro do ano que vem.

O lugar está sendo desapropriado para as Olimpíadas de 2016. Trata-se de um lugar onde será construído o Parque do Atleta. É um espaço ao lado da vila olímpica. No próximo dia 9 de agosto, o prefeito Eduardo Paes e empresário e criador do Rock in Rio, Roberto Medina vão dar uma entrevista coletiva para falar do evento.

No meio do ano passado, Medina havia revelado sua vontade de organizar uma nova edição do festival no Brasil. “Tinha difundido a ideia de levar o festival de volta ao país em 2014, na época da Copa do Mundo, mas a prefeitura do Rio quer que o evento se realize antes, em 2011”, disse o empresário durante evento em contagem regressiva antes da edição do Rock in Rio Lisboa.

Rock in Rio
A primeira edição do festival acaba de completar 25 anos. A iluminação de todos os shows era a mesma, emprestada pelo Queen. O cenário do show dos Paralamas do Sucesso era composto de apenas um vaso de plantas. O local era um terreno emprestado. Apesar dos percalços, o primeiro Rock in Rio, ocorreu entre 11 e 20 de janeiro de 1985, reuniu 1.380 milhão de pessoas (quase três vezes o público do festival de Woodstock) em Jacarepaguá.

"Não era um projeto megalômano. Ele nasceu megalomaníaco porque se você não botasse 1 milhão de pessoas na plateia o festival não se pagava", disse ao Estado na semana passada o publicitário Roberto Medina (foto abaixo), criador do festival, que tinha 35 anos na época. Ele lembra que quando procurou o agente da banda inglesa Queen, Jean Beach, foi inicialmente visto como uma piada. "Ele me disse que, se nem os americanos tinham como fazer o que eu pretendia, muito menos um rapaz brasileiro. E me deu uma champanhe como prêmio de consolação."

Mas quando a coisa pegou, o Queen veio. E muito mais: Iron Maiden, AC/DC, Ozzy Osbourne, B-52's, Scorpions, Nina Hagen, George Benson, James Taylor, Al Jarreau, Gilberto Gil, entre outros. De lá para cá, ele realizou três edições no Brasil (1985, 1991 e 2001), três em Portugal (Lisboa) e uma na Espanha (Madri). Em 1985, naquele ano pioneiro, foram dez dias, 90 horas e 5.400 minutos de música, doideira, lama e excitação. Veio gente do mundo todo.

Rock in Rio Lisboa 2010
O Rock in Rio Lisboa 2010, que ocorreu nos dias 21, 22, 27, 28 e 29 de maio, no Parque Bela Vista, em Lisboa, contou com a banda inglesa Muse, a cantora Lady Gaga e a cantora brasileira Ivete Sangalo. O Rock in Rio Madri, em Arganda del Rey nos dias 4, 5, 10, 11 e 12 de junho deste ano, teve Mika, Jamie Cullum, Tokio Hotel e outros.
fonte: Eldorado


Aê, finalmente o festival certo no lugar certo. Claro, afinal de contas Rock in Rio em Lisboa é tão bizarro quando Woodtock em Itu, que nessa caso, de grande só tem o disparate. Prepare-se para as atrações: Shakira, Ivete Sangalo e Lady Gaga... Se sobrar um REM ou um Red Hot pra gente, tamo no lucro!

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Hoje no Rock: Rock in Rio, 25 anos

Hoje a primeira (e vamos combinar, a única) ediçao do Rock In Rio, completa 25 anos. Lembro bem da excitação da época e dos boatos, incluindo uma profecia de Nostradamus. O G1 preparou esta lista com 10 curiosidades bem legais. Taí pra voces!

No dia 11 de janeiro de 1985, os portões da Cidade do Rock se abriram para fazer história, inaugurando a era dos megafestivais de música pop no Brasil.

Há 25 anos, por dez dias, o Rock in Rio reuniu 29 artistas e 1,38 milhão de pessoas vibrando com o metal do Iron Maiden, se emocionando com James Taylor e quase nadando na lama nos dias mais chuvosos. As contas gastronômicas ajudam a dar a dimensão do evento – foram consumidos 1,2 milhão de sanduícules, 33 mil pizzas e 1,6 litros de cerveja, chope e refrigerante.

Além dos dados, nem todo mundo conhece outras histórias por trás do Rock in Rio, e o G1 selecionou alguns dos momentos mais curiosos do livro “Metendo o pé na lama”, escrito pelo diretor de arte Cid Castro, funcionário de Roberto Medina e criador da logomarca do festival. Confira abaixo dez curiosidades sobre o Rock in Rio I:

1 - Nostradamus x Bola - Circulavam boatos na época de que uma profecia de Nostradamus diria que um festival na América do Sul acabaria em tragédia. Para combater os rumores, a organização contratou um astrólogo, chamado Bola, para fazer o mapa astral do Rock in Rio. Ele disse que seria um festival tranquilo e acertou em cheio os resultados, até nos pontos baixos (falta de lucro e mau tempo).

2 - Era uma vez um pântano - A Cidade do Rock, arrendada em um campo ao lado do Autódromo de Jacarepaguá, levou três meses só para ter a base pronta. Em novembro de 1984, o pântano de 85 mil metros quadrados havia se transformado em uma área urbanizada com ruas, saneamento, área de lazer e heliporto. Foram necessários 55 mil caminhões de terra para adubar o aterro.

3 - Apostando tudo - Os potenciais patrocinadores do festival avisaram que só entrariam com o dinheiro depois que 50% das atrações internacionais estivessem confirmadas. Sem dinheiro para começar os trabalhos, Roberto Medina teve que dar o prédio de sete andares da agência Artplan como garantia para um empréstimo bancário.

4 - 'Paitrocínio' - O festival quase não aconteceu por falta de atrações. Apesar da experiência da Artplan, que já realizara shows de artistas como Barry White, Julio Iglesias e a apresentação lotada de Frank Sinatra no Maracanã com 160 ml pessoas, Roberto Medina passou 40 dias em Nova York correndo atrás de artistas, sem sucesso. Só depois da intervenção de seu pai Abraham Medina, preocupado com o sucesso da operação, é que as coisas começaram a andar – ele publicou matérias pagas em jornais estrangeiros e organizou um cocktail em Los Angeles, e então os contratos começaram a ser fechados.

5 - Jeitinho brasileiro - Para dar agilidade na troca de artistas do festival, que tinha apenas um palco, o cenógrafo Mário Monteiro criou uma estrutura móvel com três “palcos” distintos, correndo sobre trilhos – enquanto uma banda tocava, o equipamento da outra era preparado no tablado lateral.

6 - Saúde é o que interessa - Sem bebidas alcoólicas no camarim, os metaleiros do Whitesnake tinham direito a personal trianer e aquecimento com ginástica antes do show, correndo pela área de camarins. Completavam o time um nutricionista e um massagista.

7 - New wave - A baixista Tina Weymouth e o baterista Chris Frantz, casal que na época integrava o Talking Heads, tocaram como convidados especiais dos colegas da new wave norte-americana B-52s.

8 - Fazendo média - Matthias Jabs, guitarrista do Scorpions, tocou com uma guitarra com o corpo com o formato da América do Sul, inspirado no logo do festival. Para não fazer feio em cima do palco, a banda ainda contava com um coreógrafo, e cada pulo e giro de microfone era ensaiado.

9 - Sinos do inferno - O sino que o AC/DC tocava no início de “Hell’s bells” pesava 1.500 quilos, e teve que ser trazido de navio. Mas, na hora de subir no palco, não deu: a estrutura não aguentaria o peso. A solução foi uma réplica de gesso do sino, e a badalada foi disparada eletronicamente.

10 - Proibido comer morcegos - Com medo de que Ozzy Osbourne cometesse alguma loucura como comer morcegos no palco, a organização o proibiu contratualmente de abocanhar qualquer animal vivo durante o show. Para garantir que a cláusula fosse cumprida, membros da sociedade protetora dos animais fiscalizaram o show.