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quarta-feira, 14 de março de 2012

Hoje no Rock: Thick as a Brick, 40 anos

Quandoo clássico Aqualung foi lançado pelo Jethro Tull em 1971, ele foi recebido pela crítica como um álbum conceitual, rótulo que o compositor/vocalista/flautista Ian Anderson refutou duramente. "Eles querem um disco conceitual? Ok, vou dar-lhes um!" teria dito ele.

Thick as a Brick é um álbum de uma música só. Aliás, Thick as a Brick é uma música apenas, com cerca de 45 minutos, com os climas se revezando ao longo da execução. Isso foi um problema no lançamento original em vinil, que só permite 23 minutos por lado. Mas era só virar o disco e a música continuava.

Outro dado interessante é a temática. O disco teria sido inspirado em um poema escrito por um menino de 8 anos chamado Gerald Bostock, ou Little Milton, sobre os desafios de envelhecer. Aliás, nos créditos no disco são para Anderson/Bostock, na verdade, a mesma pessoa. A capa é um show a parte, reproduzindo um tablóide local. Originalmente era um jornal mesmo, com 12 páginas constando notícias, fofocas, classificados, anúncios e, claro, a letra! Infelizmente a beleza do design foi perdida quando precisou ser convertida para CD.

Anderson considerava Thick as a Brick uma espécie de sátira ao progressivo que emergia na ocasião. Ele chegou a afirmar que Thick as a Brick estava para o Emerson Lake and Palmer assim como o filme Airplane (Aperte os Cintos o Piloto Sumiu) estava para Aeroporto.

Acima de qualquer rótulo, Thick as a Brick é uma das mais criativas obras do rock, independente de ser progressivo ou não. Não apenas pela estupenda composição, mas também pelo conceito, arte, execução e temática. É um disco de uma época em que a qualidade colocava os artistas no topo das paradas e não da forma como vemos atualmente, com bundas e cornos na luta do vale tudo pela mídia. Indispensável!

Aí embaixo, ao vivo, no Madison Square Garden, 1978.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Rock News: Aqualung ganhará reedição expandida de 40 anos


Lançado originalmente em 1971, o álbum Aqualung é o mais aclamado na discografia do Jethro Tull. Esse ano, esse disco antológico está completando 40 anos. Sua importância é tamanha que a banda está preparando uma reedição de luxo para colecionadores, expandido esse clássico indiscutível do rock.

Aqualung: 40th Anniversary Collector’s Edition tem lançamento programado para dia 31 de outubro e vai ter um total de 5 discos! A caixa terá uma reedição do álbum em vinil de 180 gramas, com reprodução exata da capa dupla original. Ainda, 2 CDs com o trabalho na íntegra em uma nova mixagem e uma grande quantidade de raridades inéditas. Também, um DVD e um Blu-Ray com Aqualung em 3 mixagens diferentes (Surround, 5.1 New Mix e Quadrifônico), além das raridades. Completando o pacote, um grande livreto de 48 páginas repleto de entrevistas inéditas e fotos raras.

Ainda rolam boatos de que o igualmente clássico Thick as Brick, lançado pela banda em 1972, também irá ganhar uma reedição semelhante no próximo ano.
fonte: Whiplash


Já que dificilmente pinta algo de novo que preste, a gente vai se deliciando com os relançamentos. O brabo é ter grana pra isso...

terça-feira, 12 de abril de 2011

Rock News: Astronauta e músico do Jethro Tull fazem dueto virtual no espaço

A astronauta Cady Coleman, fã de flauta, e o músico Ian Anderson, fundador da banda Jethro Tull, realizaram o primeiro dueto virtual espaço-Terra, informou nesta segunda-feira (11) a Nasa.


Entre os poucos objetos pessoais que os astronautas podem levar à Estação Espacial Internacional (ISS), Cady optou por várias flautas, que permitiram a experiência musical.

A peça escolhida foi "Bourree", uma das canções que o músico escocês e seu grupo tocaram durante a turnê que fizeram pelos Estados Unidos em 1969, o mesmo ano em que Neil Armstrong e Buzz Aldrin pisaram na Lua.

A astronauta gravou sua parte da peça na semana passada, enquanto Anderson fez o mesmo no fim de semana passado enquanto estava em turnê em Perm (Rússia).

As duas partes foram editadas e o resultado está disponível em um vídeo publicado no site da Nasa.

Cady e Anderson comemoraram assim o 50º aniversário dos voos espaciais e o aniversário do primeiro lançamento de um ser humano ao espaço, que transformou o cosmonauta soviético Yuri Gagarin em um mito quando em 12 de abril de 1961 orbitou a Terra.

"Devemos lembrar que os cosmonautas, cientistas e astronautas de hoje seguem sendo os heróis que eram há 50 anos", disse Anderson, que agradeceu a oportunidade de participar deste dueto.

Coleman é uma grande fã de Anderson e para sua missão de seis meses a bordo da Estação Espacial Internacional levou sua flauta transversal, um flautim e uma flauta irlandesa do grupo musical Chieftains.

"É muito diferente tocar aqui (no espaço)", assegurou Coleman.

Outros astronautas também levaram flautas ao espaço, como Ellen Ochoa, que participou da missão STS-56 em 1993 e tocou uma peça musical durante um encontro com estudantes na Terra.

John Herrington, que foi o primeiro astronauta nativo americano, também levou uma flauta de madeira em 2002 durante a missão STS-113, que foi feita à mão por um membro do Conselho Intertribal de Nativos Americanos do Centro Espacial Kennedy.
fonte: Globo.com


Curti o contraste entre os cabelos...
Aí embaixo, o video.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Hoje no Rock: Thick as a Brick

Quando o Jethro Tull lançou o clássico Aqualung, a crítica especializada o recebeu como um álbum conceitual, rótulo que Ian Anderson refutou duramente. "Eles querem um disco conceitual? Ok, vou dar-lhes um!" teria dito ele.

Thick as a Brick é um álbum de uma música só. Aliás, Thick as a Brick é uma música apenas, com cerca de 45 minutos, com os climas se revezando ao longo da execução. Isso foi um problema no lançamento original em vinil, que só permite 23 minutos por lado. Mas era só virar o disco e a música continuava.

Outro dado interessante é a temática. O disco teria sido inspirado em um poema escrito por um menino de 8 anos chamado Gerald Bostock, ou Little Milton, sobre os desafios de envelhecer. Aliás, nos créditos no disco são para Anderson/Bostock, na verdade, a mesma pessoa. A capa é um show a parte, reproduzindo um tablóide local. Originalmente era um jornal mesmo, com 12 páginas constando notícias, fofocas, classificados, anúncios e, claro, a letra! Infelizmente a beleza do design foi perdida quando precisou ser convertida para CD.


Anderson considerava Thick as a Brick uma espécie de sátira ao progressivo que emergia na ocasião. Ele chegou a afirmar que Thick as a Brick estava para o Emerson Lake and Palmer assim como o filme Airplane (Aperte os Cintos o Piloto Sumiu) estava para Aeroporto.

Acima de qualquer rótulo, Thick as a Brick é uma das mais criativas obras do rock, independente de ser progressivo ou não. Não apenas pela estupenda composição, mas também pelo conceito, arte, execução e temática. É um disco de uma época em que a qualidade colocava os artistas no topo das paradas e não da forma como vemos atualmente, com bundas e cornos na luta do vale tudo pela mídia. Indispensável!

Aí embaixo, ao vivo, no Madison Square Garden, 1978.



quinta-feira, 3 de junho de 2010

Blog on the Top: Thick as a Brick

Jethro Tull
Thick as a Brick
(EUA - 1972)
Quando Aqualung saiu, foi recebido pela crítica como um álbum conceitual, rótulo que Ian Anderson refutou duramente. "Eles querem um disco conceitual? Ok, vou dar-lhes um!" teria dito ele.

Thick as a Brick é um álbum de uma música só. Aliás, Thick as a Brick é uma música apenas, com cerca de 45 minutos, com os climas se revezando ao longo da execução. Isso foi um problema no lançamento original em vinil, que só permite 23 minutos por lado. Mas era só virar o disco e a música continuava.

Outro dado interessante é a temática. O disco teria sido inspirado em um poema escrito por um menino de 8 anos chamado Gerald Bostock, ou Little Milton, sobre os desafios de envelhecer. Aliás, nos créditos no disco são para Anderson/Bostock, na verdade, a mesma pessoa. A capa é um show a parte, reproduzindo um tablóide local. Originalmente era um jornal mesmo, com 12 páginas constando notícias, fofocas, classificados, anúncios e, claro, a letra! Infelizmente a beleza do design foi perdida quando precisou ser convertida para CD.


Anderson considerava Thick as a Brick uma espécie de sátira ao progressivo que emergia na ocasião. Ele chegou a afirmar que Thick as a Brick estava para o Emerson Lake and Palmer assim como o filme Airplane (Aperte os Cintos o Piloto Sumiu) estava para Aeroporto.

Acima de qualquer rótulo, Thick as a Brick é uma das mais criativas obras do rock, independente de ser progressivo ou não. Não apenas pela estupenda composição, mas também pelo conceito, arte, execução e temática. É um disco de uma época em que a qualidade colocava os artistas no topo das paradas e não da forma como vemos atualmente, com bundas e cornos na luta do vale tudo pela mídia. Indispensável!

Aí embaixo, ao vivo, no Madison Square Garden, 1978.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Blog on the Top: Thick as s Brick

Jethro Tull
Thick as a Brick
(EUA - 1972)
Quando Aqualung saiu, foi recebido pela crítica como um álbum conceitual, rótulo que Ian Anderson refutou duramente. "Eles querem um disco conceitual? Ok, vou dar-lhes um!" teria dito ele.

Thick as a Brick é um álbum de uma música só. Aliás, Thick as a Brick é uma música apenas, com cerca de 45 minutos, com os climas se revezando ao longo da execução. Isso foi um problema no lançamento original em vinil, que só permite 23 minutos por lado. Mas era só virar o disco e a música continuava.

Outro dado interessante é a temática. O disco teria sido inspirado em um poema escrito por um menino de 8 anos chamado Gerald Bostock, ou Little Milton, sobre os desafios de envelhecer. Aliás, nos créditos no disco são para Anderson/Bostock, na verdade, a mesma pessoa. A capa é um show a parte, reproduzindo um tablóide local. Originalmente era um jornal mesmo, com 12 páginas constando notícias, fofocas, classificados, anúncios e, claro, a letra! Infelizmente a beleza do design foi perdida quando precisou ser convertida para CD.


Anderson considerava Thick as a Brick uma espécie de sátira ao progressivo que emergia na ocasião. Ele chegou a afirmar que Thick as a Brick estava para o Emerson Lake and Palmer assim como o filme Airplane (Aperte os Cintos o Piloto Sumiu) estava para Aeroporto.

Acima de qualquer rótulo, Thick as a Brick é uma das mais criativas obras do rock, independente de ser progressivo ou não. Não apenas pela estupenda composição, mas também pelo conceito, arte, execução e temática. É um disco de uma época em que a qualidade colocava os artistas no topo das paradas e não da forma como vemos atualmente, com bundas e cornos na luta do vale tudo pela mídia. Indispensável!

Aí embaixo, ao vivo, no Madison Square Garden, 1978.