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quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Rock News: Creedence no Brasil - informações sobre os ingresso

Formado pelo quinteto Stu Cook, Doug Clifford, Steve Gunner, Tal Morris e John Tristão, o Creedence Clearwater Revisited se apresenta em São Paulo no dia 25 de março de 2012. Antes, a banda passa pelo Rio de Janeiro, com show no Citibank Hall, no dia 18.

O repertório inclui sucessos dos álbuns “Recollection”, de 1995, e “The Best of Creedence Clearwater Revisited”, coletânea de toda a carreira da banda. A pré-venda de ingressos, para clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners, será entre 21 e 27 de novembro. A partir do dia 28 de novembro, os ingressos poderão ser adquiridos pelo público geral.

Confira o serviço abaixo:

18/03/2012 - Rio de Janeiro/RJ
Citibank Hall RJ - Av. Ayrton Senna, 3000 - Shopping Via Parque - Barra da Tijuca
Horário: 20h00
Ingressos: Camarote - R$300,00; Pista Premium - R$280,00; Poltrona - R$280,00; Pista - R$180,00 (inteiras)
Vendas online: www.ticketsforfun.com.br
Pontos de venda: Clique aqui
Informações: 4003 5588
Classificação etária: 15 anos em diante: permitida a entrada (desacompanhados)

25/03/2012 - São Paulo/SP
Credicard Hall - Av. das Nações Unidas, 17.981 - Santo Amaro
Horário: 20h00
Ingressos: Pista Premium - R$350,00; Camarote Setor I - R$350,00; Camarote Setor II - R$300,00; Pista - R$210,00; Poltrona I - R$250,00; Poltrona II - R$220,00; Platéia Superior I - R$150,00; Platéia Superior II - R$130,00; Platéia Superior III - R$110,00; Visão Parcial - R$ 80,00
Vendas online: www.ticketsforfun.com.br
Pontos de venda: Clique aqui
Informações: 4003 5588
Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 e 13 anos acompanhados dos pais ou responsáveis e a partir de 14 anos desacompanhados.
fonte: Rock Online


Se não paguei pra ir no Forgerty, não irei nesses caras.
Mas se você for, faça um review e me mande que eu posto aqui!

terça-feira, 10 de maio de 2011

Review: John Fogerty (Belo Horizonte, 07/05/11)


A três semanas de fazer 66 anos e em excepcional forma, John simplesmente estraçalhou. Uma aula de rock’n roll talvez seja a definição mais adequada para o magnífico show do eterno vocalista do Creedence. O melhor do ano e um dos mais empolgantes que tive a oportunidade de assistir.

Pontualmente às 22h as luzes se apagaram e os acordes da tradicional “Hey Tonight” abriram o show. A recepção da platéia foi muito calorosa, realmente acima da média, e foi retribuída por JOHN com uma aditivada versão da sensacional “Green River”.

“Aditivada”, aliás, é uma palavra que dá bons contornos ao show. Se alguns músicos baixam tons para minimizar as mazelas do tempo sobre a performance, FOGERTY fez questão de cantar e tocar mais rápido, mais alto e com mais tempero. Há alguns meses um crítico musical escreveu algo como “John deve ter um pacto com o diabo para manter a mesma voz e a mesma energia durante quase 50 anos de carreira”.

Em seguida, JOHN me arrepiou pela primeira vez, lembrando agosto de 1969, quando o Creedence tocou em Woodstock. Citou Janis, Hendrix e seu amigo Carlos Santana e disse que quando voltou para casa, lembrando da chuva e do histórico festival, compôs a música que viria a seguir, a mágica “Who’ll Stop The Rain”. Incomparável...

Outra linda balada, “Lodi”, a country-roqueira “Lookin’ Out My Back Door” e a completamente rocker “Born On The Bayou” deram continuidade ao repertório predominante dos hits do Creedence. O desfile de clássicos era tão grande e emendado de forma tão rápida que sequer dava tempo de respirar.

FOGERTY foi muito simpático durante todo o show. Deu palhetas à platéia, fez piadas, posou para fotos com o pessoal que estava na cerca e conversou nos intervalos de todas as músicas. O brincalhão chegou ao ponto de colocar um capacete dos Stormtroopers de Guerra nas Estrelas, entregue por uma fã da pista, e andar como um zumbi desorientado.

Na sequência veio “Ramble Tamble”, o mais espetacular momento da noite. A canção é uma das mais virtuosas do Creedence e um dos melhores solos de JOHN, mas por aquelas circunstâncias inexplicáveis ficou relegada à condição de “b-side”. Os quase sete minutos marcaram um inesquecível duelo entre os solos de Fogerty e a pegada do ótimo batera Aronoff, levando a platéia ao delírio.

Em seguida, mais Creedence... As raízes da soul music afloraram na soberba “Midnight Special”, voltando a dar lugar ao country na alegre “Cotton Fields”.

Todas as influências de FOGERTY ficariam bastante visíveis ao longo da noite. Nos riffs, solos e conduções percebemos de que forma ritmos como o blues, a rockabilly e o rock, e caras como Jerry Lee Lewis, Little Richards, Carl Perkins, Elvis e Roy Orbison, tiveram sua parcela na criação do Creedence.

Só na décima música JOHN resgatou sua carreira solo, tocando a ótima “Don't You Wish It Was True”. Foi o tempo ideal pra galera respirar um pouco, já que na sequência o rock’n roll clássico voltou com tudo na sempre imperativa “Run Through The Jungle”.

A esplêndida “Long As I Can See The Light” lubrificou os olhos da platéia, amolecendo o coração de todos para “I Heard It Through The Grapevine”. O clássico do soul, transformado em rock’n roll, foi a plataforma de virtuose de toda a banda. Os solos se multiplicaram e a atmosfera do ginásio ficou completamente anos 70...

“Somebody Help Me” retomou o período pós-Creedence e também deixou uma impressão positiva. A música, do disco Revival (2007), apresentou ótimo peso e guitarras afiadas que agradaram a galera camisa preta.

Mais uma canção inesperada veio na sequência, quando a banda começou alguns acordes diferentes, mais roqueiros, mas que traziam na essência uma das minhas músicas favoritas. A arrebatadora balada “Wrote a Song For Everyone” me proporcionou aquele frio na barriga que faltava.

JOHN disse, então, que a próxima música seria uma das suas preferidas e que sempre o fazia lembrar de seus filhos. Surge o hino “Have You Ever Seen The Rain”, cantado em uníssono pela galera, emendado a uma versão bem rocker de “Pretty Woman”, do inesquecível Roy Orbison.

Quase sem parar inicia a pedrada “Keep On Chooglin’’’, outra pérola obscura do Creedence. JOHN apresentou uma performance toda particular de guitarra e harmônica, incendiando o público. Para muitos foi o maior momento do show.

“Down On The Corner” passou um pouco despercebida em todo o contexto, mas foi a ponte para que FOGERTY voltasse a empolgar, desta vez com “Good Golly Miss Molly”, de Little Richard. A música já havia sido gravada pelo Creedence no álbum “Bayou Contry”, em 1969, mas não tão roqueira, agora tocada com três guitarras frenéticas e mais violão e baixo na base.

“Bad Moon Rising” veio a seguir. Uma música simples, sem maiores atributos técnicos, mas cuja batida colocou todo mundo em movimento, dançando, sacudindo a cabeça ou a perna ou mesmo estalando os dedos.

O “encerramento” foi com um dos seus maiores sucessos solo, “The Old Man Down The Road”, de 1985, e com “Fortunate Son”, um dos mais famosos hinos contra a Guerra do Vietnã e definitivamente a música certa para fechar um show.

A volta para o palco foi impecável, também com músicas escolhidas à dedo: “Rockin’ All Over The World”, maior hit de JOHN, e “Proud Mary”, um dos pilares do Creedence.

Agradecimentos da banda, baquetas e palhetas atiradas à platéia, luzes acesas, música ambiente tocando, um dos roadies desmontando a bateria. Indícios de final de show, certo?

Errado! O público não arredou pé e gritou “Susie Q, Susie Q”, pedindo mais um retorno. Dois minutos depois, quando muita gente procurava as saídas, FOGERTY retornou e trouxe a banda à tira colo para a imprevista finaleira. No improviso, a banda cochichou, combinou e arrepiou a todos com uma versão irada de “Blue Suede Shoes”. Uma canção do Rei Elvis era realmente tudo o que poderia estar faltando “coroar” a noite.
fonte: Whiplash


Esse eu perdi... mas ele volta, com certeza!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Rock News: Ex-vocalista do Creedence Clearwater Revival fará shows no Brasil em maio

O cantor John Fogerty, ex-vocalista da banda de rock dos anos 70 Creedence Clearwater Revival, fará uma série de apresentações no Brasil em maio. A novidade foi anunciada no site ofical do cantor na última quarta-feira (23).

Os shows, que fazem parte da primeira turnê sul-americana do cantor, acontecem no Rio (Citibank Hall, dia 6), Jaguariúna (Jaguariúna Rodeo Festival, dia 7), Belo Horizonte (Chevrolet Hall, dia 8) e São Paulo (Credicard Hall, dias 10 e 11). Ainda não foram divulgadas informações sobre vendas e preços dos ingressos.

Apesar da extensa carreira solo, Fogerty ficou mais conhecido como o compositor, vocalista e guitarrista do Creedence Clearwater Revival. Nascido em Berkeley, na Califórnia, formaria com o rimão Tom o Creedence Golliwogs no final dos anos 50. Em 1968, já como o CCR, o grupo chegaria às paradas de sucesso com o primeiro e homônimo álbum, graças às versões para "I put a spell on you" e "Suzie Q", esta última de Screamin' Jay Hawkins.

Até 1972, período de atividade da formação original da banda, o Creedence conquistaria nove discos de ouro e sete discos de platina, entre singles e álbuns, sempre tendo Fogerty como seu principal compositor. Canções como "Fortunate son", "Proud Mary", "Bad moon rising", "Green river", "Who'll stop the rain", "Have you ever seen the rain?", "Born on the bayou" e "Run through the jungle" tornaram o grupo mundialmente conhecido.

A partir de 1972, Fogerty se lançou numa irregular carreira solo. Gravou quase dez discos. Destes, seu maior sucesso foi "Centerfield", de 1985, que traz a canção "The old man down the road".
fonte: Globo.com



Como diria aquele publicitário, "Eu vou!".

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Hoje no Rock: Tom Fogerty, 68 anos

Já falei algumas vezes aqui no Experience sobre as injustiças causadas pelo rock, através dos tempos. Muitas vezes a luta desenfreada pelo sucesso produz essas situações que só são avaliadas muitos anos depois e é assim que Tom Fogerty acabou passando à posteridade.

Irmão mais velho de John Fogerty, Tom começou a tocar em pequenas bandas da Califórnia nos anos 50. Em 1958 convidou John para integrar o Spider Webb and the Insects, banda que mais tarde evoluiria para o consagrado Creedence Clearwater Revival. E a partir daí a relação dos irmão nunca mais seria a mesma.

Com Doug Clifford na bateria e Stu Cook no baixos, os irmãos dividiam as guitarras, mas apenas isso. Era John que cantava, solava e compunha tudo da banda, relegando a Tom o papel de mero coadjuvante. Até 1972, ele conseguira gravar apenas uma composição sua para o Creedence, Walk on the Water. Após isso, se encheu e saiu da banda.

Nesse meio tempo, Tom lançou muito material solo, tocou em bandas de Jazz e, apesar de seu material nunca ter tido grande espaço na mídia, sempre foi aclamado por fãs e crítica. Doug Clifford e Stu Cook ainda participaram de discos seus, mas a relação com John ficou eternamente abalada.

No final dos anos 80 Tom começou sua luta contra o virus da AIDS, que viria a vitimá-lo em 1990, devido a uma tuberculose. Nem mesmo no leito de morte John visitou seu irmão. Aí embaixo um som dele, no iutubiu.


quinta-feira, 28 de maio de 2009

Hoje no Rock: John Fogerty, 64 anos

Mente criativa de uma das mais influentes bandas da história, o Creedence Clearwater Revival, John Cameron Fogerty nasceu em Berkeley na Califórnia em 1964 e é irmão mais novo de Tom Fogerty, com quem é frequentemente confundido. Portanto, antes de prosseguir, vamos deixar claro:

John Fogerty, irmão mais novo, vocal principal e compositor de maior parte dos sucessos do Creedence, ainda vivo, completa hoje 64 anos.
Tom Fogerty, irmão mais velho, guitarra base e fundador do Creedence. Falecido em 1990 vítima de AIDS.

Posto isso, John junto com o baterista Doug Clifford e o baixista Stu Cook formaram em 1959 a banda Blue Velvets, que seria a banda de acompanhamento para Tom. Em seguida mudaram seu nome para The Golliwoggs até 1966, quando John e Doug foram convocados para o serviço militar. Quando voltaram, em 1967 o nome foi mudado para Creedence Clearwater Revival e a banda estourou.

Mas nem tudo eram flores. Apesar do grande sucesso, os irmão Fogerty não se entendiam e viviam às turras, o que faria os mimados Gallagher parecerem crianças de colo. A coisa azedou de vez em 1972, quando a banda anunciou o rompimento oficial.

A carreira solo de John demorou a decolar, muito em função da eterna briga judicial com a Fantasy Records, antiga gravadora do Creedence. Só já na década de 80 ele voltou a ter um sucesso comercial considerável, com as canções Centerfield e The Old Man is Down the Road. A última lhe rendeu um processo por plágio, curiosamente de uma música do Creedence, Run Through the Jungle. Ele provou que não era um plágio de forma muito simples: levou um violão ao tribunal e tocou ambas para o juiz. Em outra, chamada Zanz Kant Danz, recebeu mais um processo, dessa vez do presidente da Fantasy Records, Saul Zaentz. Mudou o nome para Vanz Kant Danz, mas não adiantou.

Em 1997 ganhou o Grammy de melhor album de rock com Blue Moon Swamp. Desde então mantem-se na estrada, com relativo sucesso, muito em função dos grandes hits dos anos do Creedence.

A luta judicial com a antiga gravadora, continua, mais de 30 anos após o rompimento.

Sua relação com seu irmão Tom nunca foi reatada. Não tiveram contato nem mesmo quando Tom estava no leito de morte, no final dos anos 80.

Aí embaixo um dos grandes clássicos do cara.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Blog on the Top: Creedence Clearwater Revival

CCR: Cosmo's Factory
(USA - 1970)
Sempre associamos o CCR[bb] com uma banda setentista. Mas eles começaram em 1959 e seu auge foi justamente nos anos 60. Talvez seja a semelhança do seu som à de algumas bandas do período, o que coloca os irmãos Fogerty como pioneiros dentro do seu estilo.

Após vários singles chegando ao primeiro lugar nas paradas americanas, a consagração veio com o LP Cosmo's Factory, de 1970, que trazia em seu vinil alguns clássicos instantâneos, como os que selecionei pra vocês. Run Through The Jungle, Up Around the Band e o absoluto Who'll Stop The Rain. Sobre essa última, ao contrário do que os casaizinhos nas festas podem pensar, não se trata de uma música romântica. Ela fala na verdade das chuvas que castigavam os soldados americanos na Guerra do Vietnam.

No 4Shared pra vocês.